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Ricardinho cita o que mudou desde Renato, revela ajuda do elenco e conta bastidores da promessa: “Jurei ao meu pai”

Jovem atacante gremista concedeu coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira

Fruto do gol decisivo marcado no Gre-Nal deste domingo, vencido pelo Grêmio de virada por 2×1 pela ida da final gaúcha, no Beira-Rio, Ricardinho conseguiu realizar a promessa que tanto sonhou fazer depois de ter jurado ao pai. Logo após a morte do familiar por Covid-19, o jovem atacante prometeu atravessar o campo de joelhos assim que voltasse a marcar um gol. E o fato ocorreu exatamente no maior clássico gaúcho.

Este tema, claro, apareceu na coletiva virtual de imprensa do jovem gremista nesta segunda-feira, assim como uma mensagem de conscientização sobre a pandemia, os trabalhos de Renato Portaluppi e Tiago Nunes, ajuda do elenco na hora difícil e mais:

Mensagem sobre a pandemia:

“A mensagem que quero passar é se você não tem a necessidade de realmente sair, fique em casa. Use máscara, passe álcool em gel. A pandemia é coisa séria, eu perdi meu pai, meu avô, perdi pessoas queridas. Essa pandemia não acabou ainda”

Gols de cabeça:

“Eu sempre gostei muito de fazer gols de cabeça. Mas como não sou um cara muito alto, é mais difícil. Mas tento procurar os espaços para ficar mais perto do gol. Estou treinando com Churín e Diego Souza que são excelentes cabeceadores”

De Renato para Tiago Nunes:

“Com Renato e com Tiago são trabalhos bem diferentes. Mas são ótimos técnicos e to tentando aproveitar o máximo. Aproveitei muito com o Renato e agora cada vez mais tento aprender com o Tiago e seus auxiliares”

Promessa, pai e avô:

“Se Deus quiser vou deixar meu pai e meu vô mais orgulhosos de mim. O meu projeto é jogar, entregar gol ou assistência. Se não fazer com gol ou assistência, vai ser com entrega. Na hora que estava pagando a promessa, fiquei muito emocionado. Meu pai sempre soube que esse momento iria chegar. Eu queria muito que ele estivesse aqui, mas acontece. A promessa que eu fiz foi logo quando me pai faleceu. Falei no velório dele quando estava só eu e ele, que quando fizesse meu primeiro gol iria atravessar de joelhos o campo que estivesse jogando. Era uma coisa minha”

Sensação por gol:

“Na hora que eu vi a bola indo pra o gol e que Lomba não conseguiria chegar, foi só felicidade. É uma coisa inexplicável”

AJUDA DO ELENCO:

“Quando aconteceu, todo mundo falou comigo. Tive palavras que me confortaram muito do Geromel, do Maicon, do elenco inteiro. Só tenho agradecer ao Grêmio, aos torcedores e a minha família. Sem eles, eu não teria forças para estar aqui hoje”

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