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Renato vê evolução no Grêmio, projeta Copa do Brasil e confirma que “pediu” cartões

Confira os principais detalhes da coletiva de imprensa do treinador gremista nesta quinta

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Satisfeito pela vitória do Grêmio por 2×0 sobre o Athletico, na Arena, com atuação destacada de Balbuena, o técnico Renato Portaluppi valorizou a retomada da confiança com a saída do Z4 no Brasileirão, mas lembrou em coletiva de imprensa que “não conquistamos nada”. O treinador confirmou que pediu para Weverton e Carlos Vinícius receberem o terceiro amarelo e ainda projetou a semi da Copa do Brasil contra o Atlético-MG, com a ida em casa neste domingo.

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Significado da vitória e evolução do time: “Fui chamado em um momento difícil do clube e vi coisas que precisavam ser corrigidas. Trabalhamos bastante. Tivemos muita dedicação do grupo. Precisávamos nos entregar em todos os sentidos e hoje os jogadores sabem o que devem fazer em campo. Vejo o time correndo e se dedicando os 90 minutos, com cada jogador sabendo o que deve ser feito. Algumas jogadas ensaiadas também. O que precisávamos era vencer. Já falei lá em Curitiba e confiança é tudo no futebol. Pela primeira vez no campeonato fizemos duas vitórias seguidas. Saímos do Z4, mas não conquistamos nada. Estou bastante satisfeito com o meu grupo”.

A confiança no grupo: “A minha maior confiança foi ter vindo e ter colocado a minha cara nessa situação difícil. Mas esse grupo não tinha que estar nessa situação. Muitos jogadores tinham me ligado. Tive a palavra deles. Eles trabalharam firmes e fortes. Hoje conseguimos vencer de novo e foi contra uma equipe poderosa, bem treinada pelo Odair, que está na parte de cima da tabela. Mas o grupo do Grêmio está de parabéns pela vitória. E parabenizo também o nosso torcedor, porque é fundamental o apoio deles”.

Copa do Brasil contra o Atlético-MG: “Vamos enfrentar nesta semifinal um rival que vem no Brasileirão e que vem crescendo. É um time poderoso também e vai ser uma grande semi. Serão 180 minutos, com dois jogos difíceis para os dois lados. Com essas duas vitórias que tivemos, a confiança é boa no grupo. Tudo pode acontecer. O mais importante é fazer o dever de casa”.

Retorno de Balbuena e uso dos jovens: “Eu já conhecia o Balbuena de outras equipes. Eu gosto de trabalhar com os garotos e dar oportunidades, mas era hora de ter experientes. Não podemos queimar os garotos. Os jovens estão quase todos os dias trabalhando com a gente. Eles só descem para os jogos. Precisam de ritmo. A gente lapida eles para o crescimento, mas não esqueci dos garotos não. O Balbuena entrou numa fogueira e foi bem contra o Palmeiras. Ele dá uma segurança a mais e tem o poder da bola parada. A gente treina as jogadas para que a gente tire proveito durante as partidas”.

Cartões para Weverton e Carlos Vinícius: “É final de ano, desgaste, parte física e psicológica. Estamos perdendo jogadores por lesão, mas não só o Grêmio, outros também. Pedi para Weverton e o Carlos Vinícius levarem o terceiro amarelo. Eu vinha conversando com eles pois a sequência é grande. Estávamos com muitos pendurados e todos os jogos o desgaste é grande. O Kannemann não veio para o jogo por dor muscular. Ficou três dias sem treinar. É melhor trocar o jogador do que perder por lesão. A gente vai queimando aos poucos os cartões para a coisa não ficar feia por lesões”.

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