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Renato reduz folga do Grêmio, elogia torcida e resume estreia: “Considero uma vitória”

Técnico Renato Portaluppi fez a reestreia no empate sem gols diante do Palmeiras

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O técnico Renato Portaluppi considerou uma “vitória” o empate em 0x0 com o Palmeiras, na Arena, neste domingo, na sua reestreia pelo Grêmio em jogo importante pelo Brasileirão. Em coletiva de imprensa, ele parabenizou a torcida, o grupo e ainda revelou que reduziu a folga na Data FIFA de cinco para apenas três dias nesta semana. O próximo jogo é contra o Remo, no dia 7, fora de casa. Veja as principais falas do treinador após o confronto:

Elogios para a torcida e para o grupo: “Em primeiro lugar, tenho que dar parabéns à torcida, que foi espetacular mais uma vez e está presente sempre que a gente precisa. Não é qualquer clube que coloca 50 mil pessoas com o time na parte inferior da tabela. Depois, dou parabéns ao meu grupo, que se esforçou, mesmo sem tempo para treinar. Fizemos um treino tático e utilizamos um novo esquema. A jogada aérea do Palmeiras é muito forte e por isso coloquei mais um zagueiro”.

Empate com gosto de vitória: “É óbvio que o Palmeiras foi melhor que a gente, mas é uma coisa normal. Falei para o meu grupo e para o presidente. Não jogamos contra qualquer time. Jogamos contra uma equipe que há anos briga pelo Brasileirão e pela Conmebol Libertadores. Não é fácil, ainda mais sem ter tempo para treinar. Teríamos que saber sofrer e sofremos. Eu considero hoje uma vitória pelas circunstâncias, sem ter tido tempo para treinar e contra uma equipe que briga por tudo. Foi um ponto importante que, lá na frente, vai nos ajudar bastante”.

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Redução da folga na Data FIFA: “Eu conversei com o grupo para reduzirmos dois dias de folga. E a gente volta na quinta-feira. Eles concordaram pela situação que a equipe se encontra. Vamos ter três dias de folga. Vamos trabalhar ao máximo e alguns dias em dois períodos. Queremos corrigir algumas coisas. A hora é agora, porque depois não tem mais tempo. Será um jogo atrás do outro. Vamos voltar antes e já na sexta trabalharemos em dois períodos”.

Luta até o fim do ano: “A gente tem que fazer a nossa parte. Se fizermos, o Grêmio não cai. Teremos 10 rodadas para isso e para ajeitarmos coisas na parada. Temos que pensar jogo a jogo. Eu já falei para eles. Quem não tiver essa entrega vai para o fim da fila. Não é hora de caminhar e de pensar em outras coisas. Vamos corrigir coisas na parada para voltarmos mais fortes. Vai ser uma guerra até o fim, mas, com trabalho, vamos atingir o objetivo”.

Retorno de jogadores experientes: “Eu preciso de todo mundo. Do cara de 18 anos, do cara de 35, 40. Independente do salário, da idade, de tudo. Coloquei o Balbuena que não jogava há 4 meses e ele foi sujeito homem. No intervalo ele falou que estava cansado, que não queria sair, mas que a decisão era minha. Eu falei: ‘Você vai jogar’. Depois no fim entrou o Marcos Rocha. A experiência conta bastante neste momento. Temos uma zaga jovem e eles se sentem mais seguros com caras mais experientes ao lado”.

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