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Quem é o membro do staff do Inter que “bloqueou” lateral e se jogou para ganhar tempo

Preparador de goleiros Rogério Maia ainda acabou expulso pela arbitragem

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A dramática vitória do Inter por 1×0 para cima do Coritiba no Beira-Rio, com gol de pênalti de Alerrandro nos acréscimos, contou com algumas cenas lamentáveis na reta final. Já com a vantagem no placar, o Colorado se defendeu de todas as maneiras e teve até a “ajuda” do preparador de goleiros, Rogério Maia, que virou mais um “marcador” antes do término.

Com o Coxa na pressão, Tinga se preparava para jogar um arremesso lateral na área quando Maia o “bloqueou” na área técnica, ocasionando uma trombada. O preparador de goleiros ficou no chão na tentativa de esfriar o rival e gerou um certo tumulto antes da retomada da partida.

Por sua atitude, Maia acabou sendo expulso pelo árbitro Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho, que assim relatou o caso na súmula oficial da partida:

“Expulsei de forma direta o treinador de goleiros da equipe do Inter, por, de forma a retardar o reinicio do jogo, ficar em frente ao atleta da equipe adversária impedindo o mesmo de fazer a cobrança do arremesso lateral. Informo que após expulso o mesmo deixou a área técnica de sua equipe normalmente”, destacou.

Rogério Maia foi contratado pelo Inter durante a parada da Copa do Mundo após o clube demitir o antigo titular da função, Leonardo Martins. Maia soma passagens por grandes clubes do país, como Atlético-MG e Flamengo, além de integrar trabalhos na Seleção Brasileira. Antes da chegada ao Beira-Rio em 2026, ele vinha trabalhando no Santos.

Zagueiro do Inter também foi expulso

Quem também levou cartão vermelho em meio à confusão no final foi o zagueiro Maripán. Ele estava na reserva e, segundo a arbitragem, provocou atletas do Coritiba depois do gol de Alerrandro. O chileno será desfalque no jogo contra o Vasco, fora de casa, no dia 19.

“Expulsei de forma direta o referido atleta por, no momento da comemoração do gol de sua equipe, entrar no campo de jogo e ir em direção ao atleta da equipe adversária de forma hostil e provocativa. Informo que, após o ato do referido atleta, gerou-se um tumulto entre atletas de ambas as equipes”, diz a súmula.

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