O técnico Paulo Pezzolano não perdeu o otimismo na classificação na Copa do Brasil nem mesmo com o empate sem gols em casa diante do maior rival, Grêmio, nesta quinta-feira, na ida das quartas de final. Ele projetou o jogo de volta na quinta-feira que vem na Arena e também falou da polêmica pré-clássico: a “não concentração” dos jogadores no hotel na véspera da partida, que teria sido motivada por atrasos salariais.
O resultado do jogo: “Um resultado que deixa o confronto aberto. Eles vão ter que buscar em sua casa. Pode ser um jogo que nos favoreça. São 180 minutos. Foi só o primeiro. Hoje eu queria jogar com Vitinho de centroavante. Precisávamos de um cara na área e optei por Calebe por fora, ele faz bem ali. Mas eles encaixaram bem a marcação e fizeram um primeiro tempo melhor. No segundo tempo, fomos superiores. Foi um Gre-Nal travado”.
Situação de Sanabria: “Sanabria vinha sem treinar muito. Também queria colocar antes, mas corre risco de se machucar pois ainda não tem base. Temos que ir devagar com ele”.
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A não concentração: “Foi uma decisão entre jogadores, comissão técnica e diretoria para não concentrar na véspera. Isso não é desculpa. Nunca dei desculpas na minha vida. Venho aqui e dou a cara. Se não estamos ganhando não tem nada a ver com dinheiro atrasado. A gente dá 100% todos os dias e temos que ganhar. Não ganhamos pois estão faltando detalhes a melhorar. Seguimos com fé e é um duelo de 180 minutos”.
Relação no dia a dia: “A relação com a diretoria é muito boa. É normal cobrar. Sabemos que é um momento difícil. Os jogadores sabem. Eles aceitaram estar aqui, mas não é desculpa. Não é por isso que estamos na parte inferior da tabela ou que hoje empatamos. Fiquem tranquilos que a relação no dia a dia é muito boa”.
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