Em mais um Gre-Nal de poucas chances de gol e jogadas técnicas, Inter e Grêmio ficaram no 0x0 no Beira-Rio e adiaram a decisão da vaga na semifinal da Copa do Brasil para a próxima quinta-feira, 20h, na Arena. O treinador gremista Luís Castro, em uma coletiva de imprensa mais rápida que o habitual, fez a sua análise do jogo e agradeceu pela presença dos torcedores “incansáveis” mesmo na casa rival:
“Nós sabíamos que nada seria decidido aqui neste primeiro jogo. São duas mãos e a eliminatória está aberta. É bom decidir em casa junto com nossos torcedores, que hoje foram incansáveis aqui. Em casa, estarão em maior número. É uma vantagem teórica e precisaremos mostrar na prática para chegarmos à vitória, que é o nosso objetivo”, disse Castro, antes de ampliar:
“O Grêmio não sofreu uma situação clara de trabalho do Weverton. Não lembro de nenhuma de grande exigência. Só falta considerarem as chances de impedimento para nos massacrarem ainda mais. Krovi e Villa se desgastaram ao longo do jogo. Temos dificuldades de reposição na função e isso dificultou a nossa equipe, principalmente depois da entrada do Alan Patrick”.
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O treinador português gremista evitou comentar sobre protestos, pressão e estabilidade no cargo, se dizendo totalmente focado no trabalho. Ele ainda explicou a entrada de Jovane Cabral como titular do ataque neste jogo fora de casa:
“O meu foco é no trabalho, no treino e no jogo. Por isso eu estou no Grêmio e nada mais. Jovane Cabral iniciou por merecimento, mas também pois Amuzu não tinha condições de começar”, pontuou.
“Teremos dois dias para avaliar junto com a área de saúde os jogadores. Vamos jogar contra a Chapecoense com aqueles que tiverem mais prontos para jogar. Não me sentirei limitado se alguns não conseguirem jogar”, finalizou Castro.
Antes de decidir a vaga contra o Inter na Arena, o Grêmio tem um importante jogo em casa pelo Brasileirão contra a lanterna Chapecoense, domingo, a partir das 18h30.









