O narrador Pedro Ernesto Denardin usou o seu espaço na Rádio Gaúcha nesta quarta-feira para destacar a entrevista dada pelo ex-técnico gremista Luís Castro, que conversou com a imprensa gaúcha na noite anterior direto do saguão do Aeroporto Salgado Filho. O comunicador rasgou elogios à conduta do português e ainda viu um certo “tapa de luvas” dado em Renato Portaluppi.
“Eu fui, talvez, o único jornalista que fez restrição ao Grêmio por contratar o técnico Luís Castro. No entanto, eu falava profissionalmente. E eu conheci um cidadão como poucos no mundo do futebol. Ele segurou as críticas, ele foi educado, ele foi uma pessoa que se relacionou com todos. Quando ia para o interior, saía para rua para caminhar e atendia todo mundo. Uma pessoa qualificada e amável. Quero fazer esse registro porque dificilmente eu vejo uma pessoa com tanta qualidade pessoal quanto Luís Castro”, iniciou Pedro.
Em seguida, o narrador faz menção à resposta de Castro em que disse que sua ética não permitiria rebater as recentes críticas do atual treinador do Grêmio:
“E agora nesta nova entrevista ele coloca duas coisas: quer que o Grêmio vá bem, sem mágoa, mas claro que ele quer receber o dinheiro dele porque o clube o contratou porque quis. Depois, como via o time atual, ele respondeu que a ética dele não permitia falar nada. Isso foi um tapa de luvas espetacular no Renato Portaluppi, que tem dito coisas fora de sentido, que não faz o time jogar e que está produzindo menos do que Luís Castro”, ampliou Denardin.
Reveja falas de Luís Castro nesta nova entrevista sobre o Grêmio:
“Fizemos um trabalho com dedicação e empenho de todos, com momentos difíceis como todos sabem. É isso. Ganhamos um Gauchão dentro do Beira-Rio, levamos o time para a semi da Copa do Brasil e estávamos acima do Z4, embora tivéssemos que estar mais acima na tabela. Também geramos alguns milhões de dólares com vendas de jovens. A sensação é de uma entrega completa de todos e sempre com responsabilidade”
“Sobre as falas do atual treinador do Grêmio, não tenho nada a comentar, a minha conduta profissional não permite que eu diga o que quer que seja e não é ético da minha parte. Nunca comentei o trabalho dos meus colegas, não é hoje que vou fazer”








