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Luís Castro deseja “paz” para o Grêmio e evita rebater Renato: “Minha conduta não permite”

Treinador português falou de vários temas vinculados ao clube novamente

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Direto do saguão do Aeroporto Salgado Filho antes de fazer uma nova viagem, o técnico português Luís Castro se manifestou pela primeira vez de forma mais longa sobre a saída do Grêmio e desejou “paz” para o clube conquistar os seus objetivos pendentes. Ele, em contato com jornalistas gaúchos, também evitou rebater as recentes críticas do seu substituto Renato Portaluppi:

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Avaliação do seu próprio trabalho: “Fizemos um trabalho com dedicação e empenho de todos, com momentos difíceis como todos sabem. É isso. Ganhamos um Gauchão dentro do Beira-Rio, levamos o time para a semi da Copa do Brasil e estávamos acima do Z4, embora tivéssemos que estar mais acima na tabela. Também geramos alguns milhões de dólares com vendas de jovens. A sensação é de uma entrega completa de todos e sempre com responsabilidade”.

Críticas de Renato: “O clube precisa de paz e união neste momento para conseguir os objetivos até o fim do ano. Sobre as falas do atual treinador do Grêmio, não tenho nada a comentar, a minha conduta profissional não permite que eu diga o que quer que seja e não é ético da minha parte. Nunca comentei o trabalho dos meus colegas, não é hoje que vou fazer”.

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Surpresa pela demissão: “Não tenho que ficar surpreso com nada. As pessoas tomam a decisão que acham que devem. A instituição é de muito prestígio e ninguém está acima do Grêmio. São muitos anos de existência. E o prestígio não é por ganhar ou perder, mas por ser digno e honesto de quando se trabalha”.

Responsabilidade por possível rebaixamento: “Eu sou responsável até o dia 10 de setembro por tudo que aconteceu no Grêmio. Assumo a minha parte enquanto treinador. E fui responsável como treinador. Minha obrigação, enquanto líder, é unir por completo o clube em cima dos objetivos. Foi o que tentei fazer. Depois do dia 10, já é com outras pessoas, neste caso com o atual treinador”.

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