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Para jornalista, Bolzan tomou decisão de ficar no Grêmio por ver que não teria chances de vencer eleições

Romildo Bolzan Jr anunciou hoje que permanecerá exercendo o seu mandato no Grêmio

Depois de meses de indefinição, rumores e insatisfação da torcida, o presidente Romildo Bolzan Jr desfez todos os boatos e usou a coletiva de imprensa que convocou nesta quinta-feira para confirmar que vai continuar no Grêmio, declinando do convite feito pelo PDT para concorrer ao Governo do RS em 2022.

Mas, na análise feita pelo jornalista gremista Rodrigo Adams, que é comunicador da Rádio Atlântida, a decisão de Bolzan tem relação com o fato de que ele já percebeu que não teria possibilidades de vencer as eleições:

“Apenas um último ponto, antes de seguir o baile. Romildo fez um teste de popularidade e quando percebeu que não teria vez, “mostrou o seu gremismo”. Devia ter negado toda e qualquer especulação no dia em que fomos rebaixados, assumindo o protagonismo do fracasso”, escreveu Adams no Twitter.

Bolzan, em uma das suas declarações durante a tarde, afirmou com todas as letras que jamais usou o Grêmio para fins políticos:

“Quando eu estou aqui, estou no ambiente Grêmio e mesmo assim estamos falando de política. Eu somente falei disso quando eu fui perguntado. Não serei arrogante, se eu for perguntado, respondo. O ambiente neste momento é nervoso. Agora, me imputar que eu usei o clube para política? Não. Eu recebi o convite e estou recusando, porque? Pelo Grêmio”, afirmou.

Bolzan está na presidência do Grêmio desde janeiro de 2015 e necessariamente encerra a sua gestão no final de dezembro.

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