O ex-jogador e apresentador Neto disse, na Rádio Bandeirantes, que o Grêmio foi alvo de “escândalo” no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil diante do Atlético-MG, domingo, na Arena, em Porto Alegre. Mesmo com vitória de 2×0, o time gaúcho reclamou de um puxão de camisa de Renan Lodi em Carlos Vinícius, que tentava fazer mais um gol perto da pequena área.
“O pênalti que não deram para o Grêmio em cima do Carlos Vinícius foi um escândalo. O jogador do Atlético-MG puxou duas vezes a camisa. Foi claríssimo. Poderia fazer o 3° ou não, mas o VAR não chamou. É inaceitável entender essa arbitragem limpa em alguns jogos. Contra time pequeno, expulsam treinador, jogador, fazem o que querem. Mas quando é clube grande, principalmente a favor de Palmeiras e Flamengo, é uma coisa absurda”, disparou.
Especialista em arbitragem e comentarista da Rádio Gaúcha, Diori Vasconcelos soltou opinião parecida com a de Neto ao falar do fatídico lance:
“O árbitro Davi de Oliveira Lacerda deixou de marcar um pênalti para o Grêmio. É possível discutir se Carlos Vinícius chegaria na bola, mas a intensidade do puxão, que chegou a esgaçar a camiseta, torna difícil imaginar que não tenha prejudicado o movimento. Renan Lodi estava atrás, sem condições de disputar a bola. Para mim, pênalti e erro da arbitragem”, avaliou Diori.
No restante do jogo, o Grêmio foi certeiro em sua estratégia e venceu com gols de Carlos Vinícius e Noriega, um em cada tempo. No sábado que vem, 18h, na Arena MRV, em Belo Horizonte, poderá até perder por 1 gol para se classificar. Antes, visita o Flamengo nesta quarta-feira a partir das 19h30 pelo Brasileirão.









