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Marlon marca data para voltar a jogar no Grêmio e defende continuidade de Luís Castro

Lateral-esquerdo concedeu nova entrevista e também falou do seu momento lesionado

ENTREVISTA

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Fora do time do Grêmio desde a metade de março, quando teve lesão grave no tornozelo em partida contra o Vitória, o lateral-esquerdo Marlon concedeu longa entrevista ao site Globoesporte e projetou a sua volta aos gramados logo depois da Copa do Mundo. Ele tratou da sua recuperação, do momento da equipe e também do trabalho de Luís Castro. Acompanhe suas principais falas:

A lesão sofrida e o retorno

Por sorte, tive uma fratura simples para a imagem que foi. É uma lesão que, desde que eu estou no futebol, já vi muitas vezes acontecer. É normal, acontece. A recuperação tem sido muito boa. Estou sendo beneficiado também pela pausa para o Mundial. Acho que no final do próximo mês já vou estar em condições de treinar com o grupo e apto para voltar a jogar normalmente depois da Copa

Mais detalhes da volta

Eu vou poder correr daqui algumas semanas, acho que duas, três semanas, eu vou poder começar a correr normalmente. Estando tudo certinho, vou poder, depois da folga da Copa do Mundo, começar a treinar com a equipe depois de um certo tempo. Acho que eu vou ter aí 40 dias, quase 45 dias para me preparar para jogar. Isso treinando com a equipe. É um bom tempo, é praticamente uma pré-temporada, do zero” 

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O momento da fratura

Foi uma jogada simples, que eu já fiz várias vezes. Eu tinha visto o espaço nas costas da última linha do Vitória e sabia que se eu fizesse um tapa longo na bola ou se conseguisse uma tabela, eu ia sair na cara do gol. Na hora que eu trombo com o jogador, quando eu estou caindo, sinto que o meu pé vai quebrar porque eu estou caindo em cima do meu pé. E eu só escutei o estalo. Não senti dor nem nada, até porque está no impacto do jogo. Quando eu virei, que eu tentei puxar a minha perna, eu vi que não estava vindo. Eu olhei e vi na hora que quebrou

Trabalho de Luís Castro e continuidade no Grêmio

Se, no meio do caminho, a gente, entre aspas, segue o que todo mundo faz, que é fazer trocas ou interromper alguns trabalhos, acaba não tendo sucesso. Eu digo isso porque temos exemplos de coisas boas e negativas no mercado. Estamos muito contentes com o trabalho do Luís. Sabemos que grande parte da responsabilidade é dos jogadores. Eu sempre costumo dizer que os atletas são quem chuta a bola, quem faz os cruzamentos, quem erra os gols. Não é o treinador

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