A classificação contra o Mirassol na Copa do Brasil e a vitória sobre o São Paulo no Brasileirão ensaiaram uma reação do Grêmio na temporada e mais fôlego para o trabalho de Luís Castro. O otimismo ganhou espaço na Arena, mas o choque de realidade foi grande com as duas recentes derrotas consecutivas fora de casa para Atlético-MG e Bragantino.
Por conta dos recentes tropeços, Castro voltou a ficar pressionado no cargo e sabe, agora, da necessidade de fazer o time se classificar contra o rival Inter nas quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro jogo será nesta quinta-feira, 20h, no Beira-Rio.
“Tudo é resumido ao resultado. Essas são as regras das pessoas, da socidade, é desta forma que temos que ir em frente. Confio no dia a dia, na seriedade e no trabalho dos jogadores. Não treino há 1 ano, mas há 30. Ninguém abre os treinos, por que o Grêmio vai fazer? Temos é que apresentar melhores resultados. E nós trabalhamos muito para que isso ocorra”, destacou o treinador gremista na sua última coletiva.
Ciente do momento tenso, Luís Castro não preparou mudanças drásticas na equipe e tudo indica que ele irá manter a estrutura de time, com uma linha de quatro na defesa, três homens de meio, dois pontas e o centroavante.
A tendência de escalação para o primeiro Gre-Nal fora de casa pela Copa do Brasil tem: Weverton; Diego Caito, Wallace, Wagner Leonardo (Kannemann) e Marlon; Noriega, Villasanti e Krovinović; Pavón, Amuzu e Carlos Vinícius.
Mais do que nunca, a diretoria do Grêmio estará de olho no aguardo de evolução no desempenho do time. A preocupação é grande e o executivo Paulo Pelaipe já avisou publicamente que “tudo tem limite”. Pelo contexto, os próximos jogos serão mais do que decisivos e determinantes para o futuro de Luís Castro em Porto Alegre.









