
O Grêmio realizou no começo da tarde desta sexta-feira a apresentação oficial do atacante Jovane Cabral, que já está regularizado no BID da CBF e poderá estrear neste domingo, 18h30, em casa, contra o Fluminense, pelo Brasileirão. Na chegada, o jogador de Cabo Verde falou da realização de estar no Tricolor, das dificuldades atuais do time na temporada, do técnico Luís Castro e de alguns nomes históricos como Luan, Ronaldinho Gaúcho e Suárez.
Alegria por estar no Grêmio: “Estou muito feliz de estar aqui. O Grêmio é um clube histórico. Desejava vir há muito tempo. E estou vindo para este grande clube. Um time que já teve Ronaldinho, Luan e Suárez. Atletas de topo. Por isso, quando soube do interesse, não pensei duas vezes. Agora é seguir em frente com o objetivo de trabalhar para representar esta grande camisa e colocar o Grêmio lá em cima”.
Participação na Copa do Mundo: “Eu soube do interesse do Grêmio no fim da Copa do Mundo. Joguei o Mundial sem clube e estava com a cabeça no meu país. Trabalhei bem e fizemos uma boa Copa. E surgiu a oportunidade do Grêmio. Falei com meus agentes e minha família. Todos falaram bem do clube e por isso aceitei a proposta. Acho que vai correr bem. A adaptação tem sido boa. Praticamente joguei toda a carreira em Portugal e os brasileiros são irmãos dos portugueses. Em Cabo Verde também tem muitos brasileiros. Tudo tem sido bom neste início aqui”.
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Relação com o futebol brasileiro: “Nós crescemos vendo o Brasil jogar as Copas do Mundo e o Brasil é nossa referência no futebol. Aqui tem uma pressão, mas é uma pressão boa para jogar. Tenho que saber lidar com isso em um grande clube. É trabalhar e dar o meu máximo para as coisas correrem bem. Sei que o clube não está onde gostaria de estar, mas vamos trabalhar para dignificar esta equipe. Cheguei agora, não julgo ninguém e todos jogadores dão o máximo pelo clube. Prometemos trabalhar bem e eu sou um jogador que trabalho muito pelo grupo”.
Características e quando poderá jogar: “Eu cheguei há três dias e comecei a treinar ontem. Tive duas semanas parado por conta da Copa do Mundo. Cabe ao treinador saber se vou jogar ou não. Prometo treinar bem para estar disponível para a comissão contar comigo. Sou um jogador de grupo. Eu defino bem e luto por cada bola sem desistir. Bom arremate, entrando na zona de finalização, mas em termos de posição cabe ao treinador ver o que a equipe precisa. Eu vim para ajudar”.
Relação com Luís Castro: “É um técnico que trabalha muito bem e que tem boas ideias. Ele me falou que o Brasil é um país que adora futebol. Que tem muita pressão. Mas é uma pressão boa por estarmos em um grande clube. Quero aproveitar estar no Grêmio e ter esses torcedores apaixonados, que apoiam sempre a equipe. Neste momento, as coisas não estão muito bem, mas todos estão trabalhando para mudar isso. E eu sou mais um agora para dar tudo neste clube”.









