
O Inter entra em campo nesta quarta-feira, às 20h, no Bento Freitas, com uma taça em jogo e um retrospecto que aumenta a responsabilidade colorada. A final da Recopa Gaúcha contra o Brasil de Pelotas coloca frente a frente o campeão gaúcho de 2025 e o campeão da Copa FGF do ano passado. A partida também ocorre em um momento de pressão no Beira-Rio, mesmo após a vitória recente sobre o Fluminense. Por isso, o dado histórico vira um elemento importante para medir o peso da noite em Pelotas.
O domínio colorado no confronto direto é amplo. Em levantamento histórico consultado, o Inter aparece com 116 partidas contra o Brasil-Pel, sendo 76 vitórias, 23 empates e apenas 17 derrotas. O Colorado também marcou 196 gols e sofreu 77 diante do Xavante. O número mostra uma vantagem construída ao longo de décadas, mas também aumenta a cobrança por uma resposta segura fora de casa.

O Brasil de Pelotas chega para a decisão com pouca rodagem oficial em 2026. Fora da elite do Gauchão neste ano, o Xavante ainda não estreou na Série A2 estadual, prevista para começar em julho. Por isso, antes da Recopa, a equipe teve como compromissos oficiais apenas em cinco jogos iniciais da Série D do Campeonato Brasileiro, torneio em que soma sete pontos e aparece na zona de classificação do Grupo A16.
A presença do Brasil-Pel na decisão veio pela conquista da Copa FGF de 2025. Já o Inter garantiu vaga por ter vencido o Gauchão de 2025, em final contra o Grêmio. O encontro, portanto, reúne dois campeões estaduais de recortes diferentes. A final única também reduz a margem de erro, já que qualquer instabilidade pode mudar o clima da noite no Bento Freitas.
Inter carrega favoritismo histórico, mas terá time alternativo
O favoritismo histórico não significa força máxima em campo. O Inter deve preservar parte dos titulares e utilizar uma formação alternativa em Pelotas. A tendência é de espaço para jogadores com menor minutagem, além de jovens que tentam ganhar força dentro do elenco. Alan Patrick, Bruno Henrique, Borré, Allex e Anthoni aparecem entre os relacionados, mas a escalação deve ter mudanças importantes.
A equipe colorada deve ter mudanças importantes para a decisão desta quarta-feira. A tendência é que parte dos titulares seja preservada, enquanto jogadores com menor minutagem ganham oportunidade no Bento Freitas. A formação final ainda depende das escolhas da comissão técnica. Por isso, a Recopa também vira um teste para observar alternativas do elenco em uma partida com taça em jogo.
O Inter deve ser comandado por Paulo Pezzolano. Mesmo com tendência de time alternativo, as projeções publicadas antes da partida apontam o treinador como responsável pela equipe no Bento Freitas. A comissão técnica deve preservar parte dos titulares, mas a presença do técnico mantém o peso da escolha colorada para uma final em jogo único.
Uma formação possível tem Anthoni ou Kauan Jesus; Braian Aguirre, Clayton, Juninho e Luiz Felipe; Thiago Maia ou Ronaldo, Paulinho, Bruno Tabata ou Vitinho, Alan Patrick e Kayky; Borré. Entre os relacionados, também aparecem Alan Patrick, Bruno Henrique, Vitinho, João Victor, João Bezerra, João Kempes, Pedro Kauã, Diego Esser, Kauan Jesus, Fabrício Prado e Gabriel Vinicius.
O Brasil de Pelotas deve manter uma base próxima da utilizada na Série D. A provável escalação tem Edson; Tiago Baiano, Tony Lucas, Lula e Matheus Streit; Venício, Júlio Simas, Germano e Givigi ou Andrey; Robinho e Iury Tanque. O técnico Gilson Maciel não deve ter desfalques relevantes para a decisão. O Xavante vem de derrota por 1×0 para o Marcílio Dias, mas permanece na zona de classificação de seu grupo nacional.
No lado colorado, Rochet e Mercado seguem fora por lesão. O goleiro trata problema na panturrilha direita, enquanto o zagueiro se recupera de lesão na coxa direita. Parte dos titulares também ficou fora por decisão da comissão técnica. O Inter, que venceu o Fluminense por 2×0 no domingo, chega com três jogos de invencibilidade, mas ainda busca estabilidade na temporada.
A decisão também conversa com pautas recentes do próprio Zona Mista. O site já destacou que o Inter foi recebido com protestos de torcedores em Pelotas antes da Recopa. Também mostrou que o Colorado mexeu nos relacionados e levou três novatos para a final. Agora, o retrospecto histórico coloca outro peso sobre a partida: mesmo com time alternativo, o Inter entra pressionado a confirmar uma superioridade diante do Brasil-Pel.
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