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Em processo de reestruturação financeira, o Grêmio estabeleceu a redução da folha salarial como uma das metas para o restante da temporada e já começou a “cortar na carne” dentro do elenco. O primeiro a sair será Willian, que já foi comunicado de que não faz mais parte dos planos da comissão técnica e deverá ter o contrato rescindido nos próximos dias.
Willian ainda tem valores a receber do Grêmio entre luvas e salários, de modo que as partes ainda debatem como será o acordo da rescisão. Mas, mensalmente, é um jogador que custa acima de R$ 1 milhão para o clube, que não quer mais pagar valores nesta faixa. Os reforços atuais como Wallace, Matheus Nascimento, Diego Caito, Jovane Cabral e Krovinović não recebem nem perto disso.
Nesta mesma linha de redução, querendo passar a folha de R$ 23 milhões mensais para R$ 18 mi, o Grêmio também planeja liberar outros jogadores assim que possível. Quem também está fora dos planos de Luís Castro, segundo informações recentes, é o meia Monsalve.
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O colombiano vem alternando altos e baixos desde a sua chegada ao clube e foi pouco utilizado por Castro em 2026 até agora. Além disso, é um jogador que ocupa vaga de estrangeiro, o que também é mais uma dificuldade para a sua continuidade. O Grêmio aguarda propostas e não vai dificultar para liberá-lo. Enquanto isso, dificilmente voltará a ser relacionado.
Outros nomes como Dodi, Marcos Rocha e até Amuzu têm cenário incerto e não devem permanecer após o término do contrato. A diretoria, no entanto, evita falar publicamente de cada caso e trabalha internamente nessas questões.
Em campo, o Grêmio faz jogo considerado decisivo diante do Bolívar logo mais, a partir das 19h, na Arena, em Porto Alegre. A missão é reverter o 3×2 sofrido em La Paz, na semana passada, para avançar às oitavas da Sul-Americana diante do São Paulo.
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