Fora do Inter, Mano Menezes diz que segue tentando receber valores do Cruzeiro: “Faz tempo”

Treinador lamentou que a chegada da SAF não tenha resolvido a sua questão com o Cruzeiro

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Livre no mercado desde a ainda recente demissão do Inter, o técnico Mano Menezes reapareceu na imprensa neste domingo ao conceder entrevista ao programa “Domingol com Benja”, da CNN Brasil. Entre os assuntos tratados, ele confirmou que segue esperando receber valores do Cruzeiro e que o tema se encontra na Justiça, já que o clube mineiro não cumpriu o que havia acordado.

“Tem um aí que estou tentando receber um real faz tempo, que é do Cruzeiro. A SAF no Brasil é uma vigarice. A SAF no Brasil assumiu um ativo, mas não assume o passivo. É o melhor negócio do mundo. Só assume o futuro e não o passado”, contou o treinador.

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Mano Menezes teve duas passagens pelo Cruzeiro. A primeira delas foi em 2015 e depois retornou entre 2016 e 2019, quando primeiro livrou o time do rebaixamento e depois conduziu ao bicampeonato da Copa do Brasil entre 2017 e 2018.

A saída de Mano do Inter

Sobre o futuro, Mano descartou assumir um clube brasileiro ainda em 2023 e disse estar tendo negociações com uma equipe do Oriente Médio – ele não falou o nome do time. O técnico também lamentou a decisão da direção do Inter em interromper o trabalho:

“Eu não gosto de ficar falando de quando alguém decide que eu devo sair. Está lá o contrato e se cumpre. Assim como o treinador também tem o seu direito. Escolhas, cada um é responsável pelas que faz. Eu fiquei muito à vontade e achei que era a atitude correta que eu deveria tomar (recusar o Corinthians por ter contrato com o Inter). Penso que é assim que deve ser. O Inter achou que deveria tomar essa atitude, a história cobra depois da gente aquilo o que a gente fez”, declarou Mano, para depois encerrar:

“Nesse momento, não era hora de fazer isso (interromper o trabalho), porque das últimas 12 partidas o time tinha perdido só uma para o Fluminense. Mas como o Inter vem de um período longo sem conquistas estas coisas ganham um peso maior. Cada derrota vira uma tragédia e se cria culpados. Já vinha acontecendo há algum tempo. Mas tínhamos passado nesta temporada um momento bem mais delicado e tínhamos superado isso. Acho que esse era um momento que as coisas tendiam a voltar a acontecer como foi no ano anterior, quando se preocupavam com o rebaixamento e ficamos no 2° lugar. São escolhas”.

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