Criticada, FGF minimiza polêmicas e afirma ter “relação sadia e cordial” com o Grêmio

Desde o Gre-Nal, tricolor vem intensificando as críticas à Federação Gaúcha de Futebol

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Em entrevista concedida à Rádio Guaíba, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, minimizou as críticas que vem sendo feitas pelo Grêmio ao trabalho da entidade no Gauchão. Ele disse não ter ouvido as recentes coletivas de Renato Portaluppi e de Antônio Brum e ainda afirmou que a relação com o tricolor é “sadia e cordial”:

“Eu não ouço entrevista coletiva, eu fico sabendo, mas eu não comento entrevista coletiva. As pessoas são responsáveis por aquilo que falam, tem questões que não compete à FGF fazer juízo de valores. Não vou entrar em discussão”, afirmou Hocsman, antes de ampliar:

“A relação da Federação com o Grêmio sempre foi sadia, cordial e de respeito, como é com todos os clubes. A minha sala está sempre aberta para ouvir quem trazer seus pontos. Não vou entrar nessa discussão, não agrega em nada na competição”.

Grêmio não quer “mão grande” no Gauchão

Ainda considerando o último Gre-Nal como um “escândalo”, a direção do Grêmio afirma que não vai aceitar que o campeonato estadual vá para outro clube “na mão grande”:

“O Grêmio está extremamente preocupado com o que vem acontecendo. Eu quero deixar bem claro para a torcida do Grêmio que não vão nos tirar o Gauchão na mão grande. Não vão tirar. Talvez não seja interessante um hepta do Grêmio, depois do Novo Hamburgo ter vencido antes dos nossos seis títulos e o Inter há tanto tempo sem ser campeão. O que aconteceu no Gre-Nal foi um escândalo. Eu nunca presenciei uma arbitragem com tantos problemas em um jogo só e isso ligou um alerta. O que aconteceu nos deixou de olhos arregalados. Na mão grande, não vão tirar. Podemos perder o Gauchão em campo, não fora”, citou o vice de futebol Antônio Brum na coletiva de sábado.

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