Sempre ligado no futebol brasileiro de um modo geral e não apenas no Inter, o ex-presidente Fernando Carvalho gravou um novo vídeo em suas redes sociais para destacar especialmente dois treinadores do Brasileirão. O ex-colorado Odair Hellmann, que vem comandando o Athletico no 4° lugar, e Jair Ventura, que faz o Vitória ser o 12°.
Jair, aliás, esteve cotado para treinar o Inter após a saída de Paulo Pezzolano, mas ele próprio decidiu permanecer no Vitória e nem abrir conversas. Já Odair teve passagem pelo profissional do Colorado entre o fim de 2017 e 2019.
“Jair Ventura e Odair Hellmann: dois brasileiros que merecem destaque no Brasileirão 2026. À medida que nos aproximamos do fim do Brasileirão, com tantos treinadores estrangeiros à frente dos clubes brasileiros — portugueses e argentinos, em especial —, vale olhar com atenção para o trabalho de dois profissionais nacionais: Jair Ventura e Odair Hellmann”, iniciou Carvalho.
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“No Vitória, com um elenco montado a partir de recursos limitados, Jair vem realizando um trabalho competitivo, metódico e organizado, explorando as características dos jogadores que tem à disposição. Filho do Furacão de 1970, Jair percorreu caminhos tortuosos desde sua saída do Botafogo, enfrentando pressão e cobranças em clubes como Corinthians, Santos e Atlético-GO”, acrescentou, para depois finalizar:
“Ainda assim, manteve o equilíbrio e suas convicções, apostando em um futebol pragmático, no qual a organização e a competitividade vêm antes do espetáculo — que pode ser a etapa seguinte de um trabalho consistente. Com isso, volta a se credenciar para voos mais altos”.
Depois, Carvalho continuou a sua análise em cima de Odair Hellmann e do quanto ele tem aproveitado o material humano fornecido pelo Athletico:
“Odair Hellmann, o Dadá dos tempos de Júnior Colorado, ou Papito, como ficou conhecido, também vive um momento de destaque, figurando entre os nomes que merecem consideração na disputa pelo reconhecimento de melhor treinador do Brasileirão”.
“Diferentemente de Jair, Odair contou com recursos mais expressivos para montar seu elenco e demonstrou elevado índice de acerto nas contratações. A partir dessas escolhas, construiu uma estratégia capaz de transitar entre a verticalidade nas transições e um futebol de maior protagonismo com a bola. Também ajusta a intensidade da marcação conforme o contexto: pressão alta em casa e uma postura de pressão intermediária fora”, acrescentou









