Entrou, mas saiu: Abel explica o que pensou sobre Peglow e quer mais jogadas de “1 contra 1”

Treinador fez uma substituição com um jogador que também tinha entrado na partida

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Após perder Patrick por lesão muscular ainda no início do primeiro tempo, o técnico colorado Abel Braga ingressou com o jovem João Peglow para dar mais velocidade e peso ao ataque colorado. No entanto, atacante sequer terminou a partida e foi substituído mesmo tendo também iniciado no banco, em uma das inusitadas situações da noite de quarta-feira no Beira-Rio.

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Em coletiva de imprensa após a derrota de 1×0 para o América-MG, pela ida das quartas da Copa do Brasil, o comandante do Inter admitiu que não costuma fazer esse tipo de substituição com jogadores que entram e prometeu ter uma conversa com Peglow para “dar moral” ao jovem:

“É a primeira vez que eu faço isso que eu fiz com o menino (Peglow), que entrou no lugar do Patrick. Eu tive que fazer algo diferente. Não podia trocar seis por meia dúzia. Risco eu vou correr sempre. O garoto não tem 200 minutos no profissional. Sentiu um pouquinho. Mas vocês podem ter certeza: esse menino (Peglow), pelo que eu vi ontem (no treino), vai entrar bastante”, disse Abel, antes de acrescentar:

“Ontem, acabou o treino do pessoal que ia jogar, e fui olhar o treino do pessoal que não ia começar. E fiquei encantado com esse menino (Peglow). Perguntei o nome dele, eu não sabia. Hoje eu senti que, em alguns momentos, a coisa não correu bem, em uma determinada jogada ou outra, e ele sentiu um pouquinho. E eu só estava ali: ‘garoto, vamos, vamos’. Eu tinha que tentar sair daquilo que era mais claro para o adversário. Amanhã vou chamá-lo pra conversar e não tem nada de ficar cabisbaixo não. Vou dar moral e ele vai ter oportunidade pra mostrar o jogo dele”.

Mais jogadas ofensivas de 1 contra 1

Em sua estreia diante dos mineiros, Abel sentiu falta de mais jogadas de drible, de velocidade e do “1 contra 1” no setor de ataque, como forma de quebrar as linhas de marcação do adversário.

“O jogador ou ele tem essa característica (de drible, no um contra um) ou não tem. O que não pode acontecer é ele ter e não tentar. Tem que tentar, ir pra cima. O que me preocupou um pouco foi que tivemos pouquíssimas faltas a favor. Perto da área, do lado da área. E isso provou, e não é esse o normal, que tivemos poucas ações no um pra um”, lamentou.

Em desvantagem na Copa do Brasil, o Inter volta a campo no sábado, 16h30, contra o Santos, fora, pelo Brasileirão.

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