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Eduardo Baptista explica escalação do Inter e critica arbitragem: “Resultado alterado”

Confira os principais detalhes da coletiva de imprensa do treinador colorado

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O técnico Eduardo Baptista manteve o tom crítico do Inter à arbitragem de Lucas Casagrande, responsável por comandar a derrota de virada de 2×1 para o Fluminense, nesta quarta-feira, no Maracanã, pelo Brasileirão. Em coletiva, além destas reclamações, o treinador justificou a escalação inicial, que manteve a mesma base da vitória anterior sobre o Botafogo, deixando no banco alguns nomes como Mercado, Villagra e Vitinho.

Com a derrota, o Inter permanece no 16° lugar com 35 pontos, mas pode descer para a zona do rebaixamento a depender dos resultados dos jogos de Grêmio e Corinthians. O Colorado volta a campo na terça que vem, em casa, diante do Coritiba.

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Arbitragem e sentimento pela derrota: “São dois sentimentos. A irritação com o que foi feito hoje. O resultado foi alterado. A outra situação é a tristeza pelo que construímos. A equipe voltou diferente no segundo tempo. Nós tivemos volume para vencer o jogo e o Fluminense pouco assustou. Eles tiveram posse no meio, mas sem chegar. Nós marcamos bem e saímos rápido. Levamos gol de rebote e depois, infelizmente, no fim. Mas nada apaga o que construímos no segundo tempo. Não pegamos qualquer adversário, mas uma equipe que acaba de cair nos pênaltis de uma semi de Conmebol Libertadores. Neutralizamos e tivemos as melhores chances. Agora é continuar, buscar e trabalhar”.

Escolha pela escalação: “Fizemos um jogo espetacular contra o Botafogo e no segundo tempo o Bernabei teve uma atuação importante, fazendo gol, criando saídas. A gente não teve muito tempo para treinar depois disso. Peguei o espírito desse jogo e tomamos a decisão para termos uma equipe forte. O Fluminense tem uma equipe parecida com o Botafogo, principalmente na pressão dos laterais. A ideia era neutralizar esse lado direito. E, no segundo tempo, com o time deles mais cansado, entraríamos com o Vitinho”.

Mercado e Villagra no banco: “O Maripán fez um jogo e eu precisar dar confiança para essa equipe, trazer jogadores, porque se a gente perder um jogador a gente terá reposição. Não teríamos muito tempo para treinar. E o que queríamos fazer hoje era parecido com o que foi feito contra o Botafogo. E as coisas funcionaram bem. As trocas, depois, eram naturais. O Fluminense é um time de posse e precisaríamos dos nossos volantes, com o Villagra entrando no segundo tempo”.

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