Damião explica volta ao Inter na Série B e diz que se arrepia até hoje por gol contra o Chivas

Centroavante Leandro Damião voltou a dar declarações sobre o Inter em entrevista

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Atual jogador do Kawasaki Frontale, do Japão, clube que defende desde a temporada de 2019, o centroavante Leandro Damião voltou a dar declarações sobre o Inter em entrevista ao programa Presença Colorada, no YouTube, comandado por Mano Changes. Dentre outros temas, ele abordou a sua decisão de sair do Flamengo em 2017 para ajudar o Inter no difícil momento da Série B.

“Eu revezava com o Vizeu quando o Guerrero ia para a Seleção. Mas eu tinha meus jogos, fazia meus gols. Só que estava cômodo ficar lá. Eu sou um cara bom de grupo. Tanto que quando o Jorge Macedo, que era diretor do Inter, vai jantar comigo no Rio, eu já falo que quero ir e pergunto onde assino. Não me importava se era Série B”, comentou Damião, antes de falar do receio da esposa:

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“A minha esposa na época ficou assustada, porque diziam que quebravam os carros dos jogadores, as pessoas ameaçavam, que tinha que ter proteção de policial. Mas eu queria dar um salto novamente na minha carreira na época e precisava jogar. Nada melhor do que na minha casa, onde sempre me senti bem”.

Damião fez gol marcante contra o Chivas

Sem ter feito um jogo na Libertadores de 2010 até então, Leandro Damião foi chamado para entrar na final contra o Chivas, no Beira-Rio, tendo logo de cara a chance de fazer um dos gols mais emblemáticos de sua carreira, como ele mesmo assim define:

“Foi um dia marcante na minha vida e dos mais importantes profissionalmente. Todo mundo da família comemorou junto comigo. Já joguei no Beira-Rio novo, mas o Beira-Rio antigo era sempre uma loucura. Tinha vezes que só tinha 20 mil pessoas e a gente já sentia a pressão no adversário. O campo sempre foi um tapete independente da época. Estar ali dentro era uma sensação maravilhosa. Nem esperava ir pro jogo”, comentou, para depois finalizar:

“Eu só contei para o meu pai depois do jogo. No vestiário, eu não sabia. Entrei no jogo e no primeiro lance machuquei sem querer o Tinga com o joelho. Eu não tinha jogado nenhum jogo da Libertadores e machuco um dos maiores ídolos do Inter. Pensei: ‘Tenho que fazer alguma coisa’. E aí surgiu aquela bola, um lance rápido, eu arranquei, cheguei na frente do goleiro, pensei em cavar, mas fechei o olho e bati cruzado. Arrepia até hoje. Quando eu vejo o gol até hoje, arrepia”.

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