Abel critica amarelo para Cuesta e lembra que só o Inter poderá ser campeão no domingo: “Não temos medo”

Confira mais detalhes da coletiva de imprensa do treinador colorado neste domingo

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Em dia histórico para Abel Braga, que completou na vitória sobre o Vasco de 2×0 o jogo de número 338 pelo Inter, sendo recordista entre os treinadores, a torcida colorada renovou as esperanças de título brasileiro com a manutenção da liderança: 69 pontos a 68 do Flamengo, rival do domingo que vem, 16h, no Maracanã. E Abel, em sua coletiva prometeu: “Não vamos ter medo”. Confira outras declarações do treinador após o triunfo em São Januário:

Arbitragem:

“É muito difícil apitar numa situação dessas. Nós precisamos ganhar e o adversário não podendo perder. Entende-se, perfeitamente. Eu não achei justo (o cartão do Cuesta). Ele pegou o terceiro cartão amarelo por uma falta que não aconteceu”

Campeonato acaba domingo com vitória do Inter:

“O campeonato pode acabar, domingo agora, se for pra nós. É a única forma de acabar. Dependendo do resultado, vamos levar pro último jogo”

Possível ausência de Rodinei:

“O Rodinei, pelo campeonato, com certeza, pode ter coisa muito boa pra ele na frente. Por que não uma Seleção? Ele tá em um momento extraordinário. Mas tem um contrato, uma multa. Vamos ver”

Dourado:

“O Dourado era, tirando os gringos, o atleta mais ligado ao D’Ale. Ele é muito tranquilo. Por essa forma de lidar com os colegas, ele é muito querido. Por isso, a faixa de capitão. Pena esse tempo que ele ficou parado”

Reencontro com o Flamengo:

“Eu tenho que me preocupar com o grande adversário que está do lado de lá. Grandes jogadores, jogadores de nível incrível. E trabalhar. O jogo pode ser decidido por nós. Complicado? Óbvio, mas ninguém vai ter temor. O que vai ser especial é poder abraçar todos aqueles jogadores que trabalharam comigo. Só deixei amigos. O que é especial, pra mim, é que uma vitória coloca esse clube, depois de 41 anos, como campeão brasileiro”

Possível favorecimento da arbitragem ao Flamengo:

“Não. Os árbitros são humanos. Acontece, como acontece com a gente, com os jogadores. Isso não adianta nada começar a criar algum tipo de pressão, ela não vai ajudar e pode acabar é prejudicando”

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