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“Temos uma fama não muito boa aqui no Brasil”, diz atacante do Inter sobre fim das concentrações

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Em busca de medidas para cortar custos em função da crise imposta pelo coronavírus, o Inter estuda abrir mão das concentrações nas vésperas dos jogos em casa. Desde o ano passado, o elenco se concentra em um hotel na zona norte de Porto Alegre e pode mudar o cronograma na volta dos jogos.

Para o atacante Marcos Guilherme, os atuais atletas estão “mais profissionais” e preparados para uma medida como essa:

“Acho que é muito questão de costume e confiança. Temos uma fama não muito boa aqui no Brasil, de não dormir à noite, às vezes de sair”, disse, em entrevista ao Troca de Passes, do SporTV.

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“Hoje em dia o jogador está muito mais profissional e mais consciente do que pode e não pode fazer. Se não nos cuidarmos fora de campo, o rendimento vai refletir ali dentro. Se for o caso de não ter a concentração, acho que todo jogador vai ter a consciência e descansar. É o nosso trabalho, estamos expostos para todo o mundo”, acrescentou.

Caso a iniciativa seja posta em prática, os jogadores se apresentariam para o almoço quando os jogos forem à noite. Nas partidas à tarde, o elenco deve se reapresentar pela manhã.

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