Ainda sem vitórias desde a volta ao Grêmio, agora com três empates em três jogos, o técnico Renato Portaluppi considerou justo o 1×1 diante do maior rival Inter, na Arena, na tarde deste domingo, pelo Brasileirão. Sincero em sua coletiva, ele projetou “sofrimento até a última partida”, sendo que o próximo jogo já é no domingo que vem, 16h, novamente em casa, diante do Cruzeiro.
“Desde que eu cheguei eu falei que seria sofrimento até a última partida. Até pela tabela que temos. Mas estou confiante. Um Gre-Nal é sempre disputado. A gente sabia principalmente pela condição dos dois times na tabela. Foi muito pegado. Eles fizeram em uma falha nossa e infelizmente saímos atrás. Conseguimos empatar no segundo tempo. Não podemos desprezar o resultado. Lógico que queríamos a vitória, mas foi um resultado justo. Tem muita coisa pela frente”, disse Renato.
Logo na primeira resposta, Portaluppi falou da arbitragem de Rodrigo Jose Pereira de Lima e o elogiou, mas lamentou a não marcação de pênalti de Bernabei em Diego Caito no primeiro tempo, quando o clássico seguia 0x0.
“Eu quero elogiar o árbitro. Não é fácil apitar um Gre-Nal e ele foi muito bem. Porém, mais uma vez o VAR apitou o jogo. Não estou puxando sardinha para o Grêmio. Eu analisei o lance no vestiário. Sou um cara correto. Contra o Remo, o pênalti não foi. Ele trombou no ombro do Pavón e isso não é falta. Mas hoje o Bernabei derruba o Diego com o braço. Até um leigo sabe que isso foi pênalti. Se é na minha área, é pênalti também. Eu falo há anos: o VAR apita o jogo. Não é possível que ele não chame o árbitro em um lance como esse. Não tem nada de choro. O resultado foi justo, mas ninguém vai me falar que não foi pênalti”.
Renato quer mais companhia para Carlos Vinícius
O treinador gremista também reconheceu que o centroavante Carlos Vinícius precisa de mais companhia na área e que ainda joga muito isolado na frente:
“Eu tenho conversado bastante com os atacantes que jogam ao lado do Carlos Vinícius. Quando eu cheguei, os atacantes tinham o hábito de jogar muito aberto em cima da linha. Não gosto disso. Porque aí o Vinícius fica muito sozinho. Estou tirando essa mania deles. Com eles muito abertos, a bola chega na área e o centroavante está muito sozinho”, concluiu.









