Ramírez não vê goleada sobre o Táchira como “melhor jogo”, aguarda Saravia e Guerrero e explica estreia adiada de Taison

Treinador espanhol Miguel Ángel Ramírez falou em coletiva de imprensa depois da goleada no Beira-Rio

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Satisfeito pela recuperação na Libertadores com goleada de 4×0 sobre o Deportivo Táchira, da Venezuela, no Beira-Rio, nesta terça-feira, o técnico colorado Miguel Ángel Ramírez celebrou os primeiros três pontos no torneio e o desempenho do time, mas evitou cravar que este foi o “melhor jogo” da equipe sob seu comando.

“Não sei se foi o melhor jogo sobre meu comando. No Gauchão tivemos bons jogos. Mas é importante para seguir trabalhando e adequando as peças. Se trabalha melhor quando se ganha. Dá confiança. Esperamos seguir vencendo, temos mais um jogo em casa”, declarou.

O próximo jogo pela Libertadores é na quarta que vem, dia 5, contra o Olímpia, no Beira-Rio. Ramírez espera poder contar com Guerrero, Saravia e Taison:

“Sobre Guerrero, ainda me faltam informações, pois preciso verificar com a equipe médica. Estamos seguindo um plano que envolve a sua recuperação. Mas Saravia e Taison podem estar disponíveis contra o Olímpia”.

Taison, aliás, esteve durante os 90 minutos no banco de reservas diante do Táchira. A expulsão de Carlos Palacios, segundo Ramírez, atrapalhou os planos de sua reestreia após 11 anos longe do clube:

“Taison acabou de chegar. Só fez dois treinos com o time. Precisa de tempo para entender o modelo de jogo. Vai ter muito tempo conosco para aprender, treinar e jogar. Poderia ter entrado, mas o imprevisto dos cartões mudaram os planos”, informou.

Antes de voltar a pensar na Libertadores, o Inter faz a ida da semifinal do Gauchão fora de casa, no domingo, 16h, contra o Juventude.

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