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Uma informação trazida nesta terça-feira pelo comentarista da Rádio Gaúcha, Cesar Cidade Dias, o CCD, indicou que o clima esquentou na reunião da última segunda no Conselho Deliberativo do Grêmio. Segundo ele, o presidente Alberto Guerra teria se irritado com o ex-diretor da base do seu próprio mandato, Edson Berwanger, chamando-o de “machão de Twitter”.
O gancho para a discussão teria sido a saída de Cuiabano, que foi vendido pelo Grêmio durante a gestão Guerra para o Botafogo. Este jogador tem se destacado pelo Fogão especialmente nos jogos contra o ex-clube, já com três gols marcados em jogos diferentes.
“Ocorreu um bate-boca. Em determinado momento, surgiu o tema do Cuiabano. E o ex-diretor das categorias de base, que foi demitido por Alberto Guerra quando não recebeu apoio político, porque essa turma da base foi para a chapa do Marcelo Marques e dois deles foram demitidos pelo Guerra por WhatsApp, um deles o Edson Berwanger, o ex-diretor”, relatou CCD, que ampliou em seu canal no YouTube:
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“Nesta reunião, Guerra explicou por que liberou o Cuiabano, citando Renato, citando noites e uma série de coisas. As pessoas que viram falaram que foi constrangedor e melancólico. O presidente Guerra atacou o ex-diretor da base como ‘machão de Twitter’. Uma das alegações era que o Cuiabano tinha problema de comportamento”.
Guerra, como se sabe, está vivendo a reta final do seu mandato no Grêmio. Ele, que fez a opção de não concorrer à reeleição, já iniciou a transição de gestão com o novo presidente Odorico Roman, que venceu recentemente Paulo Caleffi por uma confortável margem de votos nas eleições presidenciais gremistas.
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