Presidente do Grêmio revela que Tetê fez apelo “presencial” para jogar e admite que vetou Soteldo pela altura

Romildo Bolzan Jr concedeu declarações ao jornalista Duda Garbi, do Grupo RBS, no YouTube

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Em entrevista concedida ao jornalista Duda Garbi, do Grupo RBS, no YouTube, o presidente gremista Romildo Bolzan Jr voltou a falar da situação do jovem atacante Tetê, que pediu para ter uma chance no time principal do Grêmio, mas foi vendido ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, no início de 2019, por R$ 42 milhões, sem atuar no elenco principal.

Sincero, Bolzan admitiu que, em determinado momento, o jogador foi presencialmente em sua casa de praia pedir uma oportunidade.

“A questão do Tetê foi uma situação de hierarquia. Em determinado momento ele veio aqui na minha casa na praia, foi recebido, conversamos. Ele queria jogar, mas é uma situação de hierarquia dentro do clube. Ele forçou a barra, e isso não é bom para os dois lados. A venda foi importante para o Grêmio, e ainda temos 15% de mais-valia em futura venda. Hoje temos que torcer para ele jogar cada vez melhor, que isso será bom para nós”, admitiu.

Os 15% citados por Bolzan se referem à possível nova venda de Tetê, que já é cobiçado por outros centros do futebol europeu. O jogador, no último ano, foi um dos nomes de destaque no Shakthar.

Soteldo

Por sua baixíssima estatura, cerca de 1.60m, Soteldo (foto) foi alvo de “preconceito” no Grêmio, que não quis a sua contratação quando o jogador acabou oferecido ao clube antes de acertar com o Santos. Ele estava na Universidad de Chile emprestado pelo Huachipato.

“Foi ofertado ao Grêmio. E aí tu olha, tem um metro e meio, tu tem o Everton, Pepê, e ai tu vai comprar um jogador venezuelano de um metro e meio? A primeira coisa que surge é o preconceito, lamentavelmente”, admitiu Bolzan.

Atualmente, Soteldo é um dos jogadores mais valorizados do futebol brasileiro e parceiro de sucesso de Marinho, no Santos, vice-campeão da Libertadores.

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