Decepcionado com a eliminação e admitindo ter se tratado do “golpe mais duro do ano”, Paulo Pezzolano concedeu coletiva de imprensa depois de Grêmio 3×1 Inter pelas quartas da Copa do Brasil e tratou de olhar para frente, nem tocando na possibilidade de deixar o cargo neste momento. Ele mira reação imediata no Brasileirão, com jogo diante do Santos, domingo, no Beira-Rio. Veja abaixo as suas principais falas após a queda para o rival.
Sentimento pela eliminação: “Um sentimento de m…, é a verdade. Um golpe duro. O mais duro do ano. Perder para o rival assim é duríssimo. O jogo vinha acontecendo, fomos agressivos e eles ganharam alguns duelos, algumas transições. Depois, perdendo, adiantamos um pouco mais. A bola parada no início quebrou o jogo. O sentimento é muito ruim e não tem como evitar. Hoje é um momento ruim para todos nós. Principalmente para o nosso torcedor. Aconteceu. Vamos deixar a cabeça 100% no Brasileirão”.
Sequência no Inter: “Tirar mais sempre se pode. Ainda mais como estão acontecendo os jogos. Alguns resultados escapam por coisas inacreditáveis. Não estamos ganhando e essa é a realidade. Temos que ganhar para virar isso. Esperamos ganhar no domingo. E domingo agora é tudo. É o jogo mais importante do ano de novo. Vamos preparar a cabeça dos jogadores e buscar ganhar”.
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Trabalho interno: “Nos jogadores não tem insatisfação. Isso não ocorre. As trocas acontecem em todo lugar do mundo. Não dá para jogar só de um jeito. Você tem que variar. Agora estou mexendo para buscar os resultados. Quando não troquei, não ganhamos também. Eu sempre faço para tentar o melhor”.
Vestiário do Inter: “Estamos treinando bem. Não temos desculpas. Temos que ter agora a cabeça 100% para o próximo jogo. No vestiário, todos trabalham. Podem pensar externamente, mas no vestiário todos estão junto trabalhando. Não tem nada estranho aqui. Ou eu mesmo falaria. Eu diria se estivesse uma bagunça. Mas não acontece nada. O que acontece é que não estamos ganhando”.









