Grêmio

Os detalhes de um jantar de Mano Menezes com a nova diretoria eleita do Grêmio

Tricolor espera resolver o quanto antes a situação da comissão técnica para 2026

REVELOU

Com a autorização do atual presidente Alberto Guerra, que cumpre mandato apenas até dezembro deste ano, o técnico Mano Menezes teve uma recente reunião, durante um jantar, com os novos dirigentes eleitos do Grêmio. O treinador fez a revelação à imprensa durante coletiva na última quarta-feira, na Arena, após a vitória de 2×0 sobre o Vasco da Gama pelo Brasileirão.

Mano confirmou que, neste jantar, ele conheceu um pouco mais das ideias de futebol de quem vai assumir, mas deixou claro que o acerto de uma permanência ou não para 2026 só vai acontecer mais adiante:

“Fui convidado para um jantar que foi em setembro ou outubro e pedi autorização para o presidente Alberto Guerra, que me autorizou ir. Um jantar com as pessoas que estarão no futebol do Grêmio. Eles já sabem o que eu penso, eu tenho mais ou menos uma ideia do que eles pensam. Acho que é assim que funciona. Mas, oficialmente, só vamos falar mais para frente”, revelou Mano.

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A tendência é de continuidade de Mano Menezes, que já recebeu elogios públicos do novo presidente gremista Odorico Roman. O vice de futebol será Antônio Dutra Jr, com manutenção de Felipão com coordenador e provável chegada de Paulo Pelaipe, hoje no Cruzeiro, na função de executivo.

Mano faz retrospectiva do trabalho no Grêmio em 2025

Na mesma coletiva, Mano Menezes fez uma breve retrospectiva sobre o trabalho que realizou no Grêmio em 2025 e lembrou algumas dificuldades iniciais:

“A base de qualquer atleta é ele estar bem condicionado no geral. Antes de estar bem tecnicamente, ele precisa estar bem fisicamente. E depois mentalmente. Estávamos com um grupo, de modo geral, muito abaixo da média de competição da Série A do Brasileirão. Foi isso que encontrei quando eu cheguei e isso atrasou muito tudo. E prejudicou os jogadores. A avaliação que se fazia era que os jogadores não tinham condição de estar aqui. Só para citar um exemplo: tinha torcedor pedindo para eu não tirar o Pavón contra o Vasco”, assegurou.

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