O presidente Odorico Roman se manifestou em nome da diretoria do Grêmio na zona mista da Arena, neste domingo, após o empate em 1×1 diante do Inter no último Gre-Nal da temporada de 2026, que foi válido pelo segundo turno do Brasileirão. Ele, no entanto, evitou tratar de temas políticos e não comentou a postura do técnico Renato Portaluppi a favor do candidato Flávio Bolsonaro.
Odorico declarou que representa vários torcedores de diferentes “pensamentos políticos” e que por isso não se sente apto para comentar algo desta natureza:
“Eu como presidente do Grêmio não vou tecer manifestações de cunho político, porque eu não posso, eu represento uma nação de torcedores de várias matizes e de vários pensamentos políticos. Então, vou me abster de me manifestar neste sentido”, minimizou Odorico.
A fala de Renato surgiu na última resposta da coletiva, quando ele defendia o auxiliar Alexandre Mendes do recente episódio de prisão por, supostamente, descumprir medida protetiva contra a ex-mulher. Antes de abrir o voto, Portaluppi ainda alfinetou a imprensa:
“A gente vive em um país que é o seguinte: antes se atira e depois perguntam se é inocente ou culpado. Teve jornalista massacrando o Alexandre Mendes. Sou a favor da prisão do cara que bate na mulher. O dia que ele fizer isso ele não vai mais trabalhar comigo. Mas é a sétima vez que acusam o cara e ele é inocente. A imprensa tem que parar de dar 5 minutos de fama para quem não deve dar. Aí no dia seguinte o próprio Ministério Público inocentou ele. E alguns jornalistas foram com uma sede para condenar o cara. Por que não tiveram essa sede para inocentar ele agora? Gozado isso. Eu não deveria falar isso, mas é por isso que sou Bolsonaro”, comentou Renato, que chegou a ser aplaudido após dar a resposta.









