
Na mesma entrevista ao Sala de Redação, da Rádio Gaúcha, que serviu para anunciar a desistência da sua candidatura no Grêmio, Marcelo Marques abriu o jogo sobre a longa negociação com o atacante Róger Guedes, que acabou permanecendo no Al-Rayyan, do Catar. Para o empresário, este atleta tinha a “cara” desta nova fase da Arena, mas lamentavelmente não conseguiu a sua liberação.
“Quando apresentamos a Arena e o presidente me chamou para a bancada, eu achei bonito o gesto dele. Nos aproximamos. Eu me coloquei à disposição: se precisar, eu ajudo. E ele disse: tudo bem. A partir dali, eu me coloquei à disposição, inclusive financeiramente”, comentou Marques.
O dono da Marquespan confirmou que deixou disponibilizado para a diretoria do Grêmio o mesmo valor que seria usado em Róger Guedes para a compra de outros atletas, o que até agora não aconteceu:
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“Surgiu o nome do Róger Guedes. Falaram em 10 milhões de euros. Eu disse: pode mandar a proposta que se ele vier, eu assumo. O Grêmio mandou a proposta. Era o meu nome. Eu achava que ele era a cara da nova Arena. Mas o clube vendedor não quis. Então caiu. E depois eu disse: usa esse valor pra contratar três, quatro jogadores. Está disponível”, afirmou o investidor, antes de finalizar:
“Então, assim, eu não participo de veto, aprovação, nada. Não sou consultado. Sou informado por educação. E eu agradeço. Acho bacana da parte do Rossato. Eu não tenho ingerência. Eu só ajudo”.
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