Com luxação no ombro esquerdo ocorrida no primeiro Gre-Nal no Beira-Rio, o lateral-direito Diego Caito fez questão de estar em campo no jogo desta quinta e terminou como um dos destaques do Grêmio na vitória de 3×1, que gerou classificação para a semifinal da Copa do Brasil diante do Atlético-MG. No sacrifício, ele utilizou uma proteção no local dolorido e também tomou remédios para aguentar a partida.
Ainda assim, Caito afirmou pós-jogo que, por ele, vai seguir jogando as próximas partidas pelo Brasileirão. No entanto, uma conversa entre comissão técnica e departamento médico determinará o que vai ser feito com o jogador.
“Com um ombro só, sem ombro, com uma perna ou sem uma perna… azar, irmão. Isso aqui é Grêmio. Tem que ir para dentro de campo e guerrear mesmo. Olha aí essa festa maravilhosa. Eu fui honrado e o nosso time também. Que a gente siga assim”, iniciou Caito.
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“Vamos ver amanhã, depois de amanhã, como vai ser. A minha vontade é seguir jogando. Seguir tratando três períodos por dia. Eu estou disponível. Me senti bem hoje. Tomei alguns remédios para aliviar a dor. Coloquei uma proteção para não sentir o ombro. Jogador sente dor. Você não entra 100%. Eu quero jogar”, acrescentou.
Diego Caito celebra a festa da torcida do Grêmio
Ainda iniciando a trajetória com a camisa do Grêmio, já que chegou no meio do ano junto ao Goiás, Diego Caito celebrou a festa dos torcedores e a homenagem com “valsa” para os 15 anos sem grandes títulos do Inter:
“Muito bom você terminar um jogo com a valsa e ver a cara dos adversários pra baixo. Isso é incrível. Nós sabemos que o futebol mudou muito, mas isso tem que continuar. Isso traz o sentimento de você querer zoar o adversário. A valsa de 15 anos foi incrível e eu agradeço o nosso torcedor pela festa”, finalizou.









