Kannemann não fica em cima do muro e cita os atacantes mais complicados de marcar no Brasil

Zagueiro argentino do Grêmio concedeu entrevista ao jornalista Duda Garbi, do Grupo RBS

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Tirando Cristiano Ronaldo, que foi seu rival em duas finais de Mundial de Clubes com San Lorenzo e Grêmio, o zagueiro Walter Kannemann não ficou em cima do muro e citou nomes, em entrevista ao jornalista Duda Garbi, do Grupo RBS, de atacantes brasileiros difíceis de serem marcados.

Ele fez uma menção honrosa ao seu colega Diego Souza, que voltou ao Grêmio em janeiro de 2020 e é o artilheiro do time na temporada com 26 gols.

“Sim, tem o Jô. Hoje em dia tem outros. É ruim falar de quem ainda está jogando. Mas o Bruno Henrique é muito bom. O Luiz Adriano, do Palmeiras. O Diego Souza, quando estava em outros clubes, também era bem difícil”, declarou o zagueiro.

Kannemann retorna de suspensão na partida desta quarta-feira e reforça o Grêmio a partir das 16h em casa contra o Santos.

Veja a entrevista e outros tópicos da fala de Kannemann:

Amizade com Geromel:

“A relação se deu de forma natural. Mas com 15 dias jogando no Grêmio eu vi que de bonzinho ele só tinha a cara. Mas sim, temos uma amizade. Uma amizade rara no futebol. Começou nos jogos: “Esquerda, direita, olha o teu aí”. Algo natural”

Primeiro jogo da final contra o Lanús:

“Para mim, a grande defesa foi contra Lanús no primeiro jogo. Eu vi a bola passando naquela cabeçada no escanteio e pensei que era gol. Mas vi a torcida gritando e depois a bola subindo. Foi Grohe, na verdade. Não começamos bem o primeiro tempo, depois Renato acertou coisas no vestiário e voltamos melhor”

Suspenso no jogo da volta na Argentina:

“Foi uma loucura. Uma loucura, loucura… e eu assisti esse jogo ao lado do Maicon, que também estava fora. Aí tinha lance que ele gritava para passar, sair jogando e eu gritava para chutar para frente (risos)”

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