Inter descarta influência de histórico recente, minimiza fator psicológico e cita recorte amplo dos Gre-Nais: “Ganhamos mais”

Colorado tentará sorte melhor contra o rival no domingo que vem, na Arena, às 16h

Publicidade

Com dois Gre-Nais perdidos em dois disputados na temporada de 2021, o Inter não se apega ao histórico recente nem a fatores psicológicos para entender as derrotas para o maior rival. Tanto o técnico Miguel Ángel Ramírez como a direção de futebol compreendem terem sidos tropeços pontuais, capazes de serem revertidos nos próximos clássicos com maior atenção aos “detalhes”.

LEIA MAIS – Edenilson sai em defesa dos mais experientes do elenco do Inter: “Se continuamos, algo de bom a gente tem”

Depois da derrota de virada de 2×1 no Beira-Rio, no domingo, pela ida da final gaúcha, o executivo de futebol Paulo Bracks deixou claro que o Inter “não pode sentir o peso” de jogar contra o Grêmio. E, nesta linha, lembrou que o colorado venceu mais Gre-Nais somando a história completa.

“Eu não consigo falar em período anterior. Os nossos três clássicos foram bem ajustados, bem disputados. Bem nervosos, de três resultados com gol de diferença. Ganhamos um, perdemos dois. Vínhamos fazendo bom jogo. Fizemos um gol com quase 70% de posse de bola. Nós perdemos nos detalhes. Se perde e se ganha jogo nos detalhes. O Inter não pode sentir o peso de um jogo com o Grêmio. Está acostumado a ganhar, ganhou mais do que perdeu. A gente acredita muito e tem muita confiança. Vamos trabalhar com muita serenidade o jogo de quinta-feira”, falou Bracks.

Ramírez e Bracks afastaram influência do histórico recente como peso nos Gre-Nais – Foto: Divulgação/Ricardo Duarte/Inter

Dourado, depois da derrota de 1×0 na Arena no início do Gauchão, saiu de campo criticando o “medo de chutar, medo de ser feliz”. Já Edenilson, neste domingo, reclamou de “falta de inteligência” do time e da “exposição” ao ataque. Ambas as declarações foram contemporizadas pelo técnico Miguel Ángel Ramírez:

“Creio que essa afirmação (saber ganhar Gre-Nais) é demasiada distante da realidade do que pode ocorrer no futebol. Não se pode dizer que nunca acontecerá uma coisa. Ao final, tanto Ed quanto Rodrigo, após uma derrota, têm esse incômodo primeiro. Segundo, há a capacidade de análise suficiente. (O time) acaba de perder uma partida e seguramente, no calor do jogo, falta informação para certos juízos. Creio que fomos capazes de fazer o que treinamos. Nesse tipo de partida, contra o rival, o detalhe pode decidir”, justificou o espanhol.

Antes de tentar virar o Gre-Nal no domingo, na Arena, às 16h, o Inter tem confronto decisivo pela Libertadores na quinta-feira, 21h, contra o Olimpia, no Paraguai.

Entre no canal do WhatsApp do Zona Mista e receba notícias do Inter em tempo real. (Clique Aqui)