
CONTEÚDO
O Grêmio construiu, nos últimos 26 anos, uma lista pesada de jogadores revelados, lapidados ou lançados ao futebol profissional pelo clube. O recorte começa em 2000 e chega até 2026, reunindo ídolos, campeões, atletas vendidos para a Europa e nomes que chegaram à Seleção. Para não deixar ninguém importante de fora, a lista precisa considerar diferentes perfis. Há jogadores formados desde cedo na base, outros captados jovens e alguns que ganharam vitrine definitiva no profissional tricolor.
Ronaldinho Gaúcho é o nome que abre essa memória recente, mesmo com uma ressalva histórica. Ele surgiu no profissional antes de 2000, mas ainda marcou o início do recorte de 26 anos com protagonismo no Grêmio. O próprio clube lista Ronaldinho entre atletas destacados da formação gremista, ao lado de Marcelo Grohe, Anderson, Douglas Costa, Tetê, entre outros. Em outro registro oficial, Ronaldinho aparece como Bola de Prata de 2000 vestindo a camisa tricolor.
Depois dessa transição, a década de 2000 revelou nomes fortes em sequência. Marcelo Grohe virou símbolo de identificação e segurança. Cássio saiu cedo, mas se transformou em um dos maiores goleiros da história do Corinthians. Anderson marcou a Batalha dos Aflitos, foi vendido ao Porto e depois brilhou no Manchester United. Lucas Leiva, formado pelo Grêmio, chegou ao profissional em 2005, virou peça importante no acesso e depois construiu longa carreira na Europa.
A mesma geração ainda teve Carlos Eduardo, Rafael Carioca, Douglas Costa, Mário Fernandes e Fernando. Carlos Eduardo saiu para o Hoffenheim em 2007. Rafael Carioca ganhou destaque em 2008 e foi negociado com o Spartak Moscou. Douglas Costa virou um dos pontas brasileiros mais conhecidos da Europa. Mário Fernandes foi vendido ao CSKA Moscou e depois disputou Copa do Mundo pela Rússia. Fernando, formado na base gremista, foi para o Shakhtar Donetsk em 2013.
Grêmio empilha joias entre títulos, Seleção e grandes vendas
A geração campeã de 2016 e 2017 elevou o patamar da base e da captação jovem do Grêmio. Luan iniciou na base gremista em 2013, subiu ao profissional e virou Rei da América em 2017. Walace foi campeão da Copa do Brasil e medalhista olímpico. Pedro Rocha marcou gols decisivos na Conmebol Libertadores e saiu para o Spartak Moscou. Everton Cebolinha, contratado ainda jovem após destaque no Fortaleza, foi integrado ao Sub-17, virou ídolo, conquistou títulos e chegou à Seleção Brasileira.
Arthur representa outro ponto alto dessa linha histórica. O volante chegou ao Grêmio no fim de 2010, ainda com 14 anos, passou pela base, virou protagonista da Conmebol Libertadores de 2017 e depois foi vendido ao Barcelona na maior transferência de um atleta gremista. O clube também destaca que ele foi eleito revelação do Brasileirão e melhor jogador da final contra o Lanús. Ao lado dele, nomes como Matheus Henrique, Pepê e Bitello reforçam a sequência de meio-campistas e atacantes valorizados no mercado.
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Nos últimos anos, o Grêmio seguiu abastecendo o mercado com nomes jovens. Tetê foi vendido ao Shakhtar sem estrear no profissional e voltou em 2026 para realizar o sonho de jogar pela equipe principal. Vanderson saiu para o Monaco em uma negociação milionária. Ruan foi vendido ao Sassuolo. Gustavo Nunes teve ascensão meteórica em 2024, fez 40 jogos, marcou sete gols e foi negociado com o Brentford.
A lista recente ainda inclui Nathan Fernandes, Igor Serrote e Alysson. Nathan foi vendido ao Botafogo depois de 50 jogos pelo Grêmio. Igor Serrote, formado na base, passou a integrar o profissional em 2025 e foi negociado com o Al Jazira. Alysson chegou à Escola de Futebol em 2015, passou por todas as categorias, subiu ao profissional em 2025 e foi vendido ao Aston Villa em 2026. Esses casos mostram que a fábrica gremista seguiu ativa mesmo fora de ciclos de títulos grandes.
Para completar o recorte, também precisam aparecer nomes que tiveram peso esportivo, financeiro ou simbólico em diferentes momentos. Ferreira chegou a 100 jogos pelo clube. Jean Pyerre e Lincoln foram tratados como promessas importantes. Gabriel Grando, Léo Chú, Guilherme Azevedo, Guilherme Guedes, Darlan, Victor Bobsin, Adriel, Cuiabano e outros nomes compõem a camada seguinte da formação recente. Nem todos viraram ídolos ou grandes vendas, mas fazem parte do histórico de revelações e aproveitamento da base gremista.
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