
O nome de Dodi voltou aos bastidores do Grêmio durante a pausa da temporada. O volante entrou na mira da Chapecoense para o segundo semestre, mas ainda não há contato oficial entre os clubes. O detalhe que pesa no caso é o contrato curto. O vínculo vai somente até dezembro, e o jogador poderá assinar pré-contrato com qualquer equipe a partir de julho. Para tê-lo antes do fim da temporada, porém, o clube interessado precisaria buscar um acordo com o Tricolor.
A situação não significa que o Grêmio tenha uma venda encaminhada. Pelo contrário. Como Dodi poderá sair sem custos no fim do ano, qualquer interessado pode optar por esperar. A diferença está no prazo. Se a Chapecoense quiser contar com o volante ainda no segundo semestre, terá que negociar algum modelo de liberação antecipada com o clube gaúcho. Por isso, a janela vira mais um momento de decisão do que uma garantia de retorno financeiro.
O cenário também passa pelo planejamento gremista. Dodi está entre os jogadores considerados negociáveis, em um momento no qual o clube busca reorganizar o elenco e reduzir custos. Com contrato perto do fim, pouco espaço recente e mercado aberto a partir da metade do ano, o volante entra em uma faixa de atletas que exigem definição rápida. O Grêmio precisa avaliar se mantém o jogador até dezembro, se aceita uma saída antecipada ou se aguarda alguma movimentação formal.
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Contrato curto muda leitura sobre Dodi no Grêmio
Dodi foi contratado pelo Grêmio em 2024 e acumulou presença constante no elenco desde então. O meio-campista soma 124 jogos pelo clube, com um gol marcado e quatro assistências. Em 2026, porém, a participação diminuiu. O volante disputou 16 partidas na temporada, e a última atuação foi contra o Palestino, em Santiago, no dia 29 de abril, pela Copa Sul-Americana.
Esse recuo de espaço dentro do grupo ajuda a explicar por que o nome aparece no mercado. Dodi tem 30 anos, contrato curto e não vem sendo utilizado com frequência por Luís Castro. Ao mesmo tempo, ainda pode interessar a equipes que buscam experiência e intensidade para o segundo semestre. A Chapecoense aparece como interessada, mas sem avanço oficial até este momento.
Para o Grêmio, o ponto central é evitar uma decisão sem planejamento. Se mantiver Dodi até dezembro, o clube pode perder o atleta sem compensação financeira. Se aceitar uma saída agora, precisa avaliar os impactos no elenco e nos custos. Já para a Chapecoense, o dilema é outro: esperar para tentar um acordo direto com o jogador ou buscar uma liberação antecipada para usá-lo ainda nesta temporada.
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A pausa para a Copa do Mundo deve ajudar a direção a reorganizar esse tipo de situação. O elenco gremista passa por avaliação, e a próxima janela pode definir saídas de jogadores com menos espaço. No caso de Dodi, a questão não está em uma venda garantida, mas no peso do contrato curto. O interesse existe, o prazo aperta e qualquer movimento dependerá de acordo entre as partes.
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