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Grêmio de 2017, Luís Castro e mais: outras declarações de Arthur para Rafael Sobis

Volante se manifestou em nova entrevista para Sobis no canal 4D Esportes

ENTREVISTA

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Na mesma entrevista dada ao ex-atacante Rafael Sobis em que falou detalhes da sua volta ao Grêmio, o volante Arthur tratou de outros temas como o momento vivido pelo clube, a utilização de jovens das categorias de base, a gestão de Luís Castro e as lembranças da geração de 2017. As falas abaixo foram recuperadas pela página “Soccer News Grêmio”:

Necessidade de vendas do Grêmio

Hoje o Grêmio não tem condições de manter por muito tempo alguns jogadores, principalmente a gurizada da base. O clube precisa vender, isso já foi deixado claro por todos. E muita gente cobra o Luís Castro, mas poucos sabem da responsabilidade que ele carrega. Porque ele precisa revelar um jogador novo a cada semana. Basta olhar quantos atletas da base estão no elenco principal hoje

Cobrança nos jovens da base

Ao mesmo tempo, não dá para cobrar demais desses guris que vem da base, porque é muito difícil manter regularidade nessa idade, as oscilações acontecem o tempo todo. Como gremista, eu entendo que o Grêmio precisa vender porque não tem o mesmo poder de compra de Flamengo e Palmeiras no mercado. É fácil contratar 10 jogadores, gastar um caminhão de dinheiro e simplesmente colocar os caras para jogar

Ajustes de Luís Castro

O Luís Castro está fazendo justamente o contrário: utilizando os recursos que tem. Por isso admiro muito o trabalho dele. Ele dá a cara a tapa o tempo todo, coloca os guris da base para jogar e, neste momento, a responsabilidade acaba ficando toda nas costas dele

Grêmio de 2017

Aquele time de 2017 já vinha jogando junto há dois, três anos. A gente começou um trabalho com o Felipão, depois com o Roger, e aí chegou o Renato. Mas os jogadores eram basicamente os mesmos. Naquela época, o trabalho do Roger (Machado) era excelente, e olha que eu nem tive tantas oportunidades com ele. Todo mundo fala muito bem dele, e é porque realmente é verdade. O trabalho de campo dele era muito forte. Aprendi bastante com ele, e aquele time de 2017 também evoluiu muito taticamente com ele. Depois, claro, veio o Renato, que é como um pai pra mim, tanto que eu chamo de ‘Painato’. Ele fez um trabalho maravilhoso. Mas a diferença é que aquele grupo já vinha jogando junto há bastante tempo, diferente desse Grêmio de agora, que está contratando novos jogadores, apostando na base

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