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Em nova entrevista, Bracks diz que conversou por três horas com Medina após vexame e se defende: “Não entrei em campo”

Executivo de futebol segue magoado pela sua demissão depois da queda para o Globo-RN

Mantendo a convicção de que a sua demissão foi “política”, a partir de uma “reinvindicação externa” segundo suas próprias palavras, o ex-executivo de futebol colorado Paulo Bracks concedeu entrevista ao jornalista Thaigor Janke, da Rádio Bandeirantes, dando bastidores dos momentos que antecederam a sua saída. A cabeça do dirigente rolou depois da derrota para o Globo-RN, na Copa do Brasil, sendo que o cargo até hoje se encontra vago.

Bracks conta que não dormiu depois da partida no Rio Grande do Norte e que ficou conversando com o técnico Alexander Cacique Medina por cerca de três horas no hotel da concentração. No dia seguinte, horas antes de ser mandado embora, o executivo foi chamado para uma reunião com os principais dirigentes e defendeu o trabalho do treinador uruguaio:

“Não dormi depois do jogo. No hotel de lá. Cama permaneceu arrumada. Passei o pós-jogo terrível que tivemos, até voltarmos, conversando com o Medina. Só nós dois, sem piscar o olho. Por umas três horas, no hotel, sem dormir. Quando me perguntam sobre o trabalho do treinador, eu reafirmo: acho que tem que segurar, o trabalho é bom, vai ter evolução. Está bom? Não. Tem condições de melhorar? Tem. Então, na reunião do dia seguinte, eu defendi o trabalho do Medina”, revelou.

Para Bracks, ele foi injustamente rotulado como o “culpado” pelo vexame do Inter na Copa do Brasil, já que, até agora, ninguém mais saiu:

“O óbvio não precisa ser dito. Eu não entrei em campo contra o Globo-RN. Eu não jogo bola. Não sou técnico. É uma demissão de um trabalho de um executivo após uma derrota de campo em competição. E hoje, com mais de 30 dias depois, só teve um acréscimo. Não houve nem a minha reposição e até hoje eu fui escolhido o culpado pela eliminação na Copa do Brasil. Mas se a minha demissão serviu para chancelar o trabalho da atual comissão técnica, eu fico satisfeito. Esse também é o meu papel, o de estabilizar e blindar. Se foi isso, eu ajudei o Inter”, ampliou.

Ainda sem um executivo de futebol, o Inter já está em Belo Horizonte para a estreia no Brasileirão diante do Atlético-MG, domingo, às 16h.

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