Os principais candidatos à presidência do Inter se manifestaram nesta segunda-feira, antes de nova reunião do Conselho Deliberativo do clube, sobre a possibilidade de antecipação do segundo turno das eleições em dezembro. Leonardo Aquino não se mostra muito favorável, enquanto Roberto Melo entende que haveria muitos pontos positivos. A decisão dos conselheiros foi de não antecipar a eleição, que segue marcada para o dia 12 de dezembro.
O segundo turno da eleição do Inter está marcado para o dia 12 de dezembro — 10 dias após o fim do Brasileirão. O terceiro candidato já lançado é José Amarante, que indica defender o que diz o estatuto do clube.
Leonardo Aquino: “Eu acredito que, neste momento, todo foco deve estar para o Inter escapar desta situação no Brasileirão. Antecipar as eleições para que elas ocorram em meio aos jogos eu vejo como muito prejudicial, até porque todo mundo sabe que uma eleição sempre traz acaloramento do ambiente e isso é inevitável. Um cenário mais tenso. Sem contar a questão da legalidade e do estatuto. Como um clube que quer ter relação com investidores vai transmitir que ele mesmo não cumpre o seu estatuto? Eu entendo que é uma situação bastante complicada”.
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Roberto Melo: “O futuro do Inter precisa ser decidido o quanto antes. Não podemos esperar. Vamos chegar ao final do ano com decisões importantes para tomar. Vamos ter diversos transfer bans para tratar. Precisamos de um patrocínio máster. Precisamos organizar futebol, a base, reinventar o futebol feminino, que foi deixar de lado. E decidir junto com os conselheiros como enfrentar a dívida. Por isso, entendemos a importância da legitimidade. E só vai ter legitimidade quem vencer a eleição. Por que esperar até dia 12 de dezembro? Precisamos resolver para ontem. O que impede ser no dia 5? Fora desse prazo, a gente pediu, mas tem a regra estatutária e tudo bem. Por que esperar 10 dias do fim do campeonato com tantas decisões pela frente?”









