Coudet deve romper paradigma do time de Odair, ter a bola e usar dois atacantes

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O jogo reativo e a postura excessivamente defensiva nos jogos fora de casa estão com os dias contados no Beira-Rio. Com o provável acerto com o argentino Eduardo Coudet, que chegaria apenas em janeiro, o Inter passará a “gostar” da bola, marcando pressão e com linhas altas.

A análise foi feita pelo comentarista Cristiano Oliveira, da Rádio Guaíba, que acompanha de perto o trabalho de Coudet no Racing, atual campeão argentino.

Especialmente longe do Beira-Rio e nos mata-matas, Odair priorizava o sistema de marcação e, não raro, mesmo com a presença eventual de Nico López e D’Alessandro, deixava Guerrero “isolado” sem assistência no ataque.

Coudet é adepto do 4-1-3-2, com uma linha de meias reforçada e dois jogadores próximos um do outro dentro da grande área.

Oliveira desenhou um possível time titular do Inter de Coudet com: Lomba; Heitor, Moledo, Cuesta e Zeca (lateral por dentro); Lindoso (volante com saída de bola); Edenílson, D’Alessandro e Patrick (trio de meias pressionando muito a saída); Nico e Guerrero.

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