Como Zé Ricardo caiu nas graças do grupo do Inter com poucos dias de trabalho

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Contratado de forma emergencial para substituir o demitido Odair Hellmann, Zé Ricardo ainda não fechou uma semana de trabalho no Inter, mas já vai caindo nas graças do grupo de jogadores. A entrevista coletiva do zagueiro Víctor Cuesta, concedida nesta quinta-feira, mostra o quanto o elenco está satisfeito com o início da nova gestão.

A satisfação dos atletas é pela mudança na postura em campo. O 4-1-4-1 com um tripé no meio foi desmanchado para a entrada do 4-2-3-1. Com o novo esquema, Zé prioriza a marcação alta e a saída de bola no chão desde os zagueiros.

“Já deu para ver um time mais ofensivo, marcando mais alto, obviamente tem poucos dias antes de um jogo muito importante. Não dá para fazer muita coisa diferente jogando fora de casa, porque a gente vem trabalhando de uma forma. É muito difícil mudar em poucos dias. Mas as impressões são muito boas”, disse Cuesta, que concluiu:

“Eu gosto de jogar com as linhas adiantadas. Mas tem que ter pressão lá em cima. O zagueiro não pode adiantar as linhas se a equipe tiver a bola descoberta, porque pode deixar muito espaço. Com respeito aos dois volantes, é o que o treinador quer para dar mais volume de jogo. Somos uma equipe que marca muito e estava precisando jogar um pouco mais, ter posse de bola. Aos poucos, vamos melhorando e pegando a ideia”.

Antes do zagueiro, Guerrero já havia falado em entrevista, quando destacou o “vício” de Zé Ricardo em trabalhar e dar o melhor aos jogadores – ambos já haviam trabalhado juntos no Flamengo. Antes da viagem a Salvador, para a estreia contra o Bahia neste sábado, um churrasco com os atletas também ajudou na adaptação da nova comissão técnica.

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