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Atacante diz que “falta vergonha na cara”; Caetano admite “fase péssima”

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Quem imaginou que a saída do técnico Odair Hellmann amenizaria a fase ruim do Inter, se enganou. No quarto jogo de Zé Ricardo, o time voltou a fraquejar e foi facilmente derrotado pelo Ceará, fora de casa, pelo placar de 2×0, ficando mais distante da briga pelo G-4 do Brasileirão.

Dos jogadores, a entrevista mais forte foi concedida pelo atacante Guilherme Parede, que iniciou no banco e entrou no segundo. Ele entende que está faltando “vergonha na cara” ao Inter.

“Temos que ter mais vergonha na cara, porque não podemos mais perder do jeito que a gente perdeu hoje aqui”.

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Executivo de futebol diz que fase é “péssima”

Rodrigo Caetano, em sua entrevista pós-jogo, evitou botar panos quentes no momento do time. Admitiu que a fase é “péssima” e ressaltou a necessidade de reação até o final do ano.

“A fase não é ruim, é péssima. “Não jogamos bem. Nos resta olhar pra frente. Restam 7 jogos. Nossas avaliações internas seguirão até o fim do ano. Nós temos aspirações ainda. Precisamos da vaga na Conmebol Libertadores”, disse o dirigente.

O time é o 8° com 46 pontos e no domingo, 16h, recebe o Fluminense.

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