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A posição do ex-presidente do Grêmio sobre a renovação feita com Braithwaite

Alberto Guerra defendeu a decisão do clube de renovar com o atleta em 2025

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Na longa entrevista dada nesta semana ao jornal Zero Hora, o ex-presidente Alberto Guerra abriu vários temas do Grêmio e defendeu decisões tomadas na sua gestão, como a renovação contratual de Braithwaite no primeiro semestre do ano passado, ainda antes da chegada de Carlos Vinícius. Hoje, mesmo sendo reserva, o dinamarquês tem um dos salários mais altos do elenco.

“O próprio Braithwaite nos procurou entre abril e maio de 2025 para saber se havia interesse em renovar o contrato, que terminaria ao final daquele ano. Se não renovássemos naquele momento, havia uma possibilidade concreta de que ele deixasse o Grêmio na janela do meio do ano, que é uma das mais importantes do futebol europeu. Portanto, havia o risco de não contarmos com ele sequer até o final de 2025”, iniciou Guerra, que acrescentou:

“Naquele momento, o Braithwaite era nosso principal jogador. Não tínhamos o Carlos Vinicius ainda. Estava fazendo gols, era reconhecido como um excelente profissional, servia de referência para os jogadores mais jovens e estava muito bem adaptado ao clube e à cidade. Também sabíamos que havia clubes interessados nele e que encontrar no mercado um centroavante de nível semelhante não seria uma tarefa simples. Por isso, naquela circunstância, optamos pela renovação”.

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Para o ex-presidente, haveria “risco esportivo” de não renovar com Braithwaite, perdê-lo na janela seguinte e ter que trazer um jogador substituto para se adaptar ao clube:

“O passe era do jogador e, embora o valor do contrato fosse significativo, entendíamos que o custo-benefício era mais favorável do que iniciar uma busca por outro centroavante do mesmo nível, com todos os custos e riscos envolvidos em uma nova contratação. Havia ainda o risco esportivo de adaptação, algo que não existia no caso do Braithwaite, que já estava integrado à equipe e ao clube. Naquele momento, portanto, a renovação fazia sentido”, finalizou o mandatário gremista entre 2023 e 2025.

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