
NÃO SERVEM?
A derrota do Inter de 2×1 para o Ypiranga, fora de casa, pelo Gauchão, na noite deste domingo, gerou críticas contundentes do jornalista colorado Vagner Martins, o Vaguinha, que atualmente é comentarista identificado da Rádio Gaúcha. Ele apontou a sua mira de críticas para dois nomes que já vinham atuando no time profissional e que “desceram” para o time alternativo para a disputa do estadual: o lateral-direito Alan Benítez e o zagueiro Clayton Sampaio.
Clayton, que foi trazido do futebol de Portugal em 2024 e assinou até 2028, acabou o jogo em Erechim como vilão por ter feito o pênalti que gerou o gol da vitória do Ypiranga.
“A impressão é de que o clube precisa colocar em campo jogadores que todo mundo já sabe que não servem, apenas para confirmar o óbvio. E isso cansa o torcedor. É um desgaste desnecessário para quem terminou 2025 exausto, depois de uma temporada traumática. Por isso, desde o início, a ideia fazia mais sentido com a base em campo”.
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“A única explicação possível é estratégica. Talvez Paulo Pezzolano esteja expondo esses jogadores para deixar claro, para todos, que não há mais dúvida. Clayton Sampaio, aliás, simboliza um erro grave de gestão: jogador da segunda divisão de Portugal, com contrato até 2028, sem nível para o Inter. Isso é retrato de um planejamento que ainda cobra seu preço”, acrescentou Vaguinha.
Mesmo com a derrota, o Inter segue liderando o seu grupo no Gauchão com 6 pontos e agora vai pensar nos dois duelos em casa nesta semana: quarta-feira, 19h, diante do Inter de Santa Maria e domingo, 20h, contra o Grêmio, no primeiro Gre-Nal da temporada de 2026.
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