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STJD irá começar a ouvir Rafael Ramos e Edenilson sobre denúncia de racismo; saiba as punições possíveis

Situação denunciada pelo volante colorado aconteceu na partida entre os dois times no Beira-Rio

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) marcou para esta terça-feira, 20h, o depoimento do lateral-direito Rafael Ramos para iniciar as oitavas do caso envolvendo a denúncia de racismo feita por Edenilson no começo do mês, durante o empate em 2×2 entre Inter e Corinthians pelo Brasileirão no Beira-Rio. O jogador colorado, também na sede de São Paulo do Tribunal, será ouvido na outra segunda-feira.

Nesta etapa, o auditor irá decidir quais outras provas poderão ser anexadas e se irá oferecer denúncia contra Rafael Ramos e Corinthians. A fase de depoimentos que se inicia amanhã só diz respeito à espera esportiva e não tem vinculo com a parte criminal, que corre em paralelo.

Em caso de denúncia encaminhada, Ramos e Corinthians podem sofrer punições variadas. De acordo com o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência” pode gerar suspensão de cinco a 10 partidas além de multa de R$ 100 a R$ 100 mil.

O site GZH ainda lembra que “caso a infração seja considerada de extrema gravidade, o órgão judiciante, no caso o STJD, poderá aplicar penas dos incisos V, VII e XI do art. 170, que preveem punições como advertência (a mais leve) até exclusão de campeonato ou torneio (a mais grave)”.

Edenilson afirma ter sido chamado de “macaco” na reta final do citado jogo. Ramos, por outro lado, contratou uma perícia especializada que divulgou recentemente um laudo apontando que não houve injúria racial. Um dos argumentos é que os lábios superior e inferior do jogador não se tocam para formar a letra “m”.

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