
O cenário político do Grêmio sofreu uma reviravolta nesta quarta-feira com a desistência de Marcelo Marques da corrida presidencial. Empresário e dono da Marquespan, Marques era considerado o favorito ao cargo, especialmente após ter comprado a gestão da Arena e anunciado a doação ao clube. A decisão foi comunicada durante entrevista ao programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha.
Na conversa, Marques explicou que não conseguiu conciliar os compromissos com sua empresa, o Grêmio e o ambiente político do futebol. Afirmou que a pressão e o desgaste pessoal o fizeram repensar a candidatura. “Não serei candidato. É uma decisão irreversível”, declarou o empresário.
A saída de Marques altera completamente a dinâmica da eleição, prevista para novembro. Com sua desistência, o clube volta a ter um cenário aberto, com três pré-candidatos oficialmente mantidos: Denis Abrahão, Gladimir Chiele e Sérgio Canozzi.
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Novos nomes e expectativa por Paulo Caleffi
Durante a entrevista, Marcelo Marques mencionou dois nomes que gostaria de ver na presidência. Outro personagem que pode voltar ao centro do debate é Paulo Caleffi. O advogado havia desistido da disputa após a compra da Arena por Marques, reconhecendo que o favoritismo do empresário tornava a eleição praticamente definida. Com a nova configuração, há expectativa de que Caleffi reconsidere sua posição e retome a candidatura.
A eleição presidencial do Grêmio está prevista para a segunda quinzena de novembro. Antes disso, em 27 de setembro, ocorre a renovação de 150 cadeiras do Conselho Deliberativo, etapa que definirá a força política de cada grupo dentro do clube.
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