
O repórter Jairo Winck, do canal do jornalista Fabiano Baldasso, surpreendeu o técnico Roger Machado na coletiva desta quarta-feira, no Beira-Rio, logo depois de Inter 2×1 Juventude pelo Brasileirão. Logo na segunda pergunta da entrevista, o comunicador quis saber da escolha pelo batedor do segundo pênalti, mas, também, sobre o sentimento de Roger em vencer pela primeira vez “com o teu time do coração”.
“Qual é o teu sentimento de, pela primeira vez, conseguir uma vitória com o teu time do coração?”, disse Jairo, na segunda parte da sua pergunta. “A vitória é muito importante porque é o começo de um trabalho. Era muito importante vencer e eu tenho certeza que é o começo de uma estrada que eu espero que seja muito longa”, respondeu Roger.
O questionamento é visto a partir de 4:10 do vídeo abaixo e Roger chega até a demorar alguns segundos para iniciar a resposta. O treinador, como todos sabem, tem uma longa trajetória no rival Grêmio, tanto como jogador como também como treinador em duas oportunidades.
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Roger evitou polêmica logo na chegada
Logo em sua primeira coletiva no comando do Inter, na apresentação no Beira-Rio dias antes da estreia com derrota de 1×0 para o Botafogo, Roger foi perguntado sobre o passado no rival e se ir ao colorado seria uma suposta “traição” à história no Grêmio.
“Eu recebo com naturalidade esse processo. Vivi aqui no RS e vivi a rivalidade. Como jogador, sempre busquei deixar a rivalidade dentro de campo. Nunca interpretei que fôssemos inimigos. O torcedor é apaixonado pelo seu time. E eu sou apaixonado pelo jogo e compreendo pelo torcedor. É um processo natural pela paixão do torcedor pelo seu clube. Como profissional do futebol, consigo administrar isso de uma forma que me permite transitar nesses ambientes e que me dá tranquilidade nesses momentos”, salientou o treinador colorado, na ocasião.
No Grêmio, enquanto jogador, Roger foi multicampeão na década de 90, vencendo títulos do porte de Conmebol Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão. Como treinador, teve uma passagem elogiada entre 2015 e 2016. Depois, voltou em 2022, quando venceu o Gauchão e foi demitido na reta final da Série B, abrindo espaço para a volta de Renato Portaluppi.
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