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Presidente do Grêmio responde “coletiva-bomba” de Walter Kannemann

Foi com muita indignação que o zagueiro Walter Kannemann analisou a onda de demissões no Grêmio, que tirou o emprego de sete profissionais de diferentes áreas ligados ao vestiário. E a forte coletiva do defensor foi repercutida pelo presidente Romildo Bolzan.

Primeiro, através do Twitter, o dirigente reforçou que as saídas fizeram parte de um ato de gestão:

“As mudanças no Grêmio acontecem de forma criteriosa, com respeito e agradecimento aos profissionais que nos deixam após importante trajetória. Nossos processos de gestão visam o constante aperfeiçoamento técnico do Clube e uma reorganização alinhada ao planejamento estratégico”.

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Em seguida, o presidente participou do programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha, e evitou criar polêmica sobre a manifestação do jogador:

“Eu quero o Kannemann exatamente assim, dentro e fora de campo. O Kannemann me serve indignado participando dos processos internos do clube preocupado com o clube”.

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Reveja o que falou o zagueiro:

“Me dá raiva ver essas pessoas que sempre deram tudo pelo clube saírem e ver outras pessoas que não posso dizer o mesmo ficarem. Saída de pessoas que deram muito pelo clube, estão há anos aqui, que sempre pensaram no clube. É muito triste. Pensava mais no clube do que no pessoal. Fica meu agradecimento e respeito. Desejo força”, disparou.

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