
REPERCUSSÃO
Recuperado do triste caso de violência ao qual foi submetido na saída de um jogo do Campeonato Paranaense, na semana anterior, Perdigão esteve atento ao Gre-Nal deste domingo e vibrou muito com a vitória de virada do seu antigo time, o Inter, por 4×2 para cima do Grêmio. O clássico foi válido pela primeira fase do Gauchão e teve gols de Marcos Rocha contra, Rafael Borré duas vezes e Bernabei.
Bem ao seu estilo e com suas frases características, o inseparável amigo de Adriano Gabiru deixou um comentário no post do atual diretor técnico do Inter, Abel Braga, que foi seu comandante no próprio Colorado em 2006. “Pra cima! Atropelar o Brasileirão”, já em referência ao campeonato que se inicia nesta quarta.

O que aconteceu recentemente com Perdigão?
Perdigão chegou a publicar foto das costas roxas pelas batidas do policial, em situação ocorrida na saída do jogo entre São Joseense x Operário na Vila Capanema. Ele, que também atuou em clubes como Vasco da Gama e Corinthians, prometeu tomar as medidas cabíveis, enquanto a Polícia Militar afastou o agente responsável pelo ato. O ex-jogador relatou que apenas foi cumprimentá-lo pelo serviço:
Fala galera, velho Perdiga na área! Normalmente venho com noticias boas, mas hoje a situação é diferente. Quero relatar uma situação extremamente constrangedora e dolorosa que vivi neste final de semana. Neste domingo, dia 18/01, na saída do jogo entre São Joseense x Operário na Vila Capanema, fui covardemente agredido por um membro despreparado da Polícia Militar. É lamentável que uma atitude isolada como essa acabe manchando a imagem de uma instituição que deveria existir para proteger o cidadão.
Todos que me conhecem sabem que sou uma pessoa tranquila, bem-quista e que gosta de interagir com as pessoas. Naquele momento, me aproximei de um policial apenas para cumprimentá-lo, parabenizar pelo serviço e desejar boa noite. Não sei se houve algum mal-entendido, mas, de forma repentina e sem qualquer justificativa, ele veio em minha direção me agredindo com um cassetete.
Em todo momento tentei apaziguar a situação, me afastando e demonstrando que não havia qualquer intenção de confronto. Não fui violento, não fui rude e não reagi à agressão. Ainda assim, a violência aconteceu de forma totalmente gratuita e injustificável. Reforço que, como cidadão, temos direitos que precisam ser respeitados. Violência, especialmente vinda de quem tem o dever de zelar pela nossa segurança, é inadmissível.
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Informo que todas as medidas cabíveis já estão sendo tomadas, e espero sinceramente que o responsável seja devidamente responsabilizado. Agradeço de coração todas as mensagens de apoio e solidariedade que venho recebendo. Apesar de tudo, me encontro bem! Que Deus abençoe a todos.


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