Grêmio

Marlon dá a receita por bom resultado no Gre-Nal e fala do Inter: “Trabalhei com Pezzolano”

Lateral-esquerdo fez um belo gol na vitória do Grêmio sobre o Atlético-MG

ENTREVISTA

Autor do belo gol de fora da área que garantiu a vitória do Grêmio para cima do Atlético-MG, o lateral-esquerdo Marlon parou na zona mista da Arena nesta quarta-feira e conversou com os jornalistas já para projetar os Gre-Nais decisivos da final do Gauchão. O primeiro deles, também na Arena, será neste domingo a partir das 18h com expectativa de casa cheia e jogo emocionante.

Marlon lembrou dos erros do Grêmio na derrota do clássico da primeira fase do Gauchão e lembrou já ter trabalhado com o treinador adversário, Paulo Pezzolano, que foi seu comandante no Cruzeiro:

“Eu trabalhei com o Pezzolano. Além dele ter um jogo muito incisivo, ele tem o fator motivacional muito grande. Além dos fatores táticos do primeiro Gre-Nal, o Inter nos superou em competitividade e esse clássico, pela magnitude que tem, se decide muito no vigor. Temos que ser inteligentes e sair para buscar o resultado. Temos que ser mais inteligentes nas decisões. Acertar mais e errar menos. O Inter tem jogadores rápidos nas transições e os nossos erros podem custar caro”, disse Marlon.

Pezzolano mantém favoritismo do Grêmio no Gre-Nal

Após o empate em 1×1 fora de casa com o Remo, o técnico colorado Paulo Pezzolano manteve o que havia dito no final de semana passado: o favorito para o título gaúcho é o Grêmio:

“Foi como falei outro dia. Há 20 ou 25 dias, o favorito era o time deles. Essa é a realidade. Eles contrataram muito, colocaram muito dinheiro, eles têm jogadores de grande nível, assim como a gente. Um treinador com mais experiência, com 20 anos a mais que eu. Outra experiência, outra capacidade. É a realidade”, iniciou o treinador do Inter, que ampliou:

“Não falo para passar a responsabilidade, falo a realidade. Mas Inter tem a sua responsabilidade a cada jogo por sua história. Sabemos o que é um Gre-Nal. Temos que respeitar, mas, sem dúvida, preparar esse próximo jogo. Sou uruguaio, mas não gosto de falar que um jogo é uma guerra. Deus queira que não seja. Eu entendo a palavra, mas não é o que queremos. Isso é futebol”.

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